quinta-feira, 26 de março de 2009

Annick Goutal

Tenho a impressão de que já falei aqui antes do quanto AAAAAMO os perfumes de Annick Goutal. E ontem,assistindo ao GNT FASHION, ví a Lilian Pacce entrevistar a irmã da perfumista, que abriu uma loja em Paris, a Merci, que é agora um must entre os fashionistas do mundo todo.
E vendo o programa, resolvi hoje contar para vocês um pouquinho mais desta grande criadora e perfumista, que foi Annick Goutal.
A primeira loja foi fundada em 1980, na Rue Bellechasse, número 16, em Paris.
Em 1985, a Taittinger compra a marca, mantendo a criadora no comando e posicionando a marca em locais estratégicos no mercado europeu e americano.
Em 1990, os perfumes de Annick Goutal já se encontram nos top 5 dos mais vendidos dentro dos Estados Unidos.
Em 1996, uma segunda leva de criações marcantes (Grand Amour, Petit Cherie, Eau du Sud, etc...)confirma a ascenção de madame Goutal.
Em 1999, acometida de um terrível câncer, Annick Goutal morre, com apenas 53 anos e o comando da criação passa a ser entregue a Camille Goutal, sua filha.
Desde então é Camille que seguindo os passos da mãe, dá asas a novas e maravilhosas criações.
L'Eau d'Hadrien é o perfume mais vendido da marca.
O meu preferido é o Le Violette, que só vem em frascos de 50 ml cada.


Os perfumes vem em embalagens que por si só são verdadeiras obras de arte. Sou fidelíssima e já uso a mesma fragrância há anos, é o meu cheirinho do dia-a-dia e não troco por nenhum outro.
Aqui no Brasil já é possível comprar em São Paulo, Minas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Pernambuco.
Mas para mim, nada melhor (e também mais fácil para achar o La Violette que não é um ítem tão conhecido da marca)do que comprar na loja original da Rue Bellechase. É fácil fácil de achar a loja, pois fica numa rua bem ao lado do Museu D'Orsay. Lá é possível encontrar todas as fragrâncias da griffe de alta perfumaria, inclusive os perfumadores de ambiente, um verdadeiro luxo para se ter em casa.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Karlovy Vary e o hotel do Cassino Royale

Oi gente.
Na minha última viagem, fui conhecer Karlovy Vary, já fiz um post anterior sobre esta linda cidade. Para relembrar, Karlovy Vary foi palco das filmagens dos filmes As Férias Da Minha Vida, com a Queen Latifah e 007 Cassino Royale.
Desde que eu vi estes dois filmes fiquei com vontade de conhecer esta cidade. Vontade não, fiquei louca mesmo,alucinada e este ano deu pra ir.
E como tudo que está láááááá no leste europeu, é beeeeeem mais barato que o que está no ocidente, pude me dar ao luxo de ficar hospedada no mesmo hotel em que os dois filmes foram realizados.
Assista o trailer do filme da Queen Latifah:

Pois é, fiquei neste mesmo hotel, com esta mesma vista e jantei neste mesmíssimo restaurante, mas ao contrário da Geórgia Burns do filme, não tive que gastar todas as minhas economias!!!!!
Olha eu nos arredores do hotel:

Só pra terminar, este foi o hotel do Cassino Royale e a cidade inteira é repleta de restaurantes com as fotos do Daniel Craig, tipo "quando ele está na cidade é aqui que janta!"Adorei!
P.S: Complementando este post, ví que deixei de fora simplesmente o nome do hotel, olha a maluca... Pois bem, o nome é Grand Hotel Pupp. Façam suas reservas...

sexta-feira, 13 de março de 2009

A Nova Praga



Estive em Praga há quase dez anos atrás, logo que á Republica Tcheca havia saido do comunismo. Naquela época não haviam lojas de grifes internacionais, cadeias de hotéis e restaurantes diversificados. A cidade era (e é até hoje) lindíssima, um dos cartões postais mais lindos que já tive o privilégio de ver pessoalmente.
Haviam muitas lojas de cristais, os famosíssimos cristais da bohemia, outras lojas de artesanato típico local como as bonequinhas russas chamadas Matruskas (aquelas que vem uma dentro da outra até restar uma bem pequenininha)e uma grande e velha loja de departamentos no centro da cidade. Os carros eram aqueles antigos na maioria russos, tipo o Lada, lembram? E os restaurantes em sua maioria serviam a típica comida tcheca.
Na época, fui a um restaurante bem único no lugar, um moderno e descolado com comida internacional, bem na borda do rio Vltava.Era o melhor restaurante da época, chama-se Kampa Park. E o que havia de contemporâneo terminava ali. Lembro que achei muito interessante finalmente ver uma cidade tão livre das influências do mundo capitalista, mas meu encanto terminou quando resolvi comprar os presentes para as crianças na única loja possível, a grande loja de departamentos do centro, cujo nome não me lembro. A loja era feia, mal arrumada e os artigos antigos e desinteressantes. Pensei que seria difícil viver numa cidade que não oferecesse um mínimo de diversificação e qualidade quando se queria comprar algo mais do que um ovo pintado a mão ou um jogo de copos de cristal.
Acontece que acabo de voltar de uma nova viagem a Praga e voltei muito surpresa com o que vi.
Esqueça a Praga acima descrita.
A Praga de hoje tem TODOS os hotéis internacionais! Os restaurantes se multiplicaram, existem de todas as nacionalidades, especialmente da cozinha italiana, então tornou-se muito mais fácil para comer por lá...Logo após a praça principal,a Starometska, é possível encontrar um Hard Rock Café!
Todas as grifes importantes estão na Parizka, uma avenida que por sua beleza e concentração de grifes como Louis Vuitton e Dior, lembram e muito Paris, como o nome indica.
Outras lojas mais pops, como a espanhola Zara e demais similares, são encontradas nas ruas em volta a Praça Venceslau. E você tem certeza de que o capitalismo realmente chegou a uma cidade quando encontra uma Zara!
No centro da cidade a antiga loja de departamentos continua lá, mas agora é cercada por moderníssimos shopping centers cujas praças de alimentação de tão chics fazem lembrar os melhores shoppings de São Paulo. Na verdade, achei a praça bem melhor do que todos os restaurantes do Iguatemi de Sampa.
Os carros também não são mais os mesmos: de Renaults a jaguares, se vê de um tudo pelas ruas da cidade que com tudo isso, continua encantadora!
Voltei a reservar uma mesa no Kampa Park. O restaurante continua sendo o melhor da cidade, com serviço impecável e decoração cosmopolita.


A comida estava ótima, comi um trio de pato que estava simplesmente divino.
E no final,quando pedi um taxi de volta ao hotel, o maitre veio nos dizer que um carro com chofer do próprio restaurante nos levaria de volta. Surpresa com tanta delicadeza, tive um susto ainda maior quando percebi que o carro em questão se tratava de um jaguar novíssimo em folha! E isto na nossa primeira noite de viagem! How great is that?

Passeios imperdíveis:

Fazer o circuito que começa pela Praça Starometska onde você verá o famoso e belo relógio astronômico, passando depois pela Rua Karlovy até chegar numa das pontes mais famosas do mundo, a Ponte Karlovy, sobre o rio Vltava. Atravesse a ponte devagar curtindo cada pedacinho de paisagem. Depois de atravessá-la,siga até o castelo de Praga pela rua Nerudova, conheça a Catedral de São Vito e passe a resto do dia explorando o bairro de Mala Strana.

Explorar o bairro judeu e a rua Parizka.

Conhecer o teatro negro de Praga, há espetáculos espalhados por toda a cidade e valem a pena

Experimentar um das centenas de marcas de cerveja da bohêmia

Conhecer a Praça Venceslau e o Museu Nacional

Melhor shopping:
Palladium
náměstí Republiky 1, Prague 1
De C&A a Marks & Spencer, de Benneton a L'Occitane, de Starbucks a Villeroy & Boch, este é o melhor shopping na minha opnião.

Melhores Restaurantes:
Kampa Park
Na Kampě 8b
O primeiro restaurante de primeira linha de Praga continua imbatível. Peça a mesa do andar de baixo com vista panorâmica para o rio Vlatava.

Pravda
Pařížská 17
No coração da Parizka está este moderno e fino restaurante com jazz ao vivo todos os dias, menu e carta de vinhos impecáveis além da clientela chic e elegante.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Colette


Nas araras da Colette, a loja multimarcas mais hypada de Paris, bolsas da estilista Glorinha Paranaguá, roupas da Isabela Capetto além das já assíduas Melissas.
Estive na Colette há duas semanas atrás e adorei uns colares que vi, como se fossem de coral só que coloridérrimos, tipo amarelo, azul turquesa, rosa e por aí vai...
A Colette fica na Faubourg Saint Honoré, 213 e é imperdível para quem quer ver a moda acontecendo!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Agradecendo a Todos

Não sei se alguém ainda passa por aqui, este blog anda tão desatualizado não é mesmo? Então resolvi dar uma explicação a todos:
Estou desenvolvendo um projeto muito importante em meu trabalho que me toma hoje todo o tempo livre que tenho. Como alguns sabem, tenho três filhos de idades bem diferentes, meu maridinho e uma casa que precisa funcionar. Tenho também um ateliê de doces e bolos artísticos e como se não bastasse ainda estou tendo aulas de francês, lingua em qual pretendo me formar no primeiro semestre do ano que vem. E agora apareceu este projeto, grandioso e ao mesmo tempo despretensioso, mas que me tomará toda a atenção e disposição daqui para frente até estar pronto.
Por isso amigos é que este blog vai dar um tempo em suas atualizações.
Agradeço todo o carinho, os comentários e as sugestões que recebi desde que comecei aqui, saibam que cada post foi escrito com muito carinho e cuidado.
Por fim, gostaria de desejar um feliz natal a todos e um ano novo repleto de tudo o que a gente gosta, saúde, amor, suce$$o e muitas viagens maravilhosas se DEUS quiser. Aliás, já estou programando a minha próxima.
Até breve meus amigos e o meu muito obrigada!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Sem Tempo...

Oi gente. Sei que este blog está com uns dias de atrazo e ainda não vai ser hoje que eu vou atualizá-lo propriamente. É que escrever sobre viagens requer tempo para tomar informações certas e não mandar vocês para uma roubada, né?
Tempo que atualmente não estou tendo... Vai chegando o final de ano e todo mundo resolve casar e fazer festa e como alguns de vocês sabem eu não vivo da escrita,quem dera se assim fosse, tenho um ateliê onde fabrico justamente aqueles bolos imensos de andares todos decorados e mais doces, canapés, sobremesas, bem-casados,brindes comestíveis,panetones,enfim...e daí que o ateliê está lotado (ainda bem né?) e eu sem tempo.
Para piorar minha vida, minha filhinha achou de ficar de quarta avaliação, sobrando para a mamãe aqui que tem que ensinar matemática, português, ciências e enquanto adoraria estar pensando na rota dos vinhos para vocês, fico maior parte do tempo tentando me lembrar de polígonos, números fracionários e falésias...Ser mãe é isso, tem que participar! Ando me lembrando daquela parte da música Eduardo e Mônica da Legião, que dizia que "nessas férias não vão viajar, porque filhinho de Eduardo tá de recuperação, tananammmm".
Pronto, virei a Mônica...
Mas aguardem só mais um pouco que para a semana estarei aqui, quem sabe até antes.
Bisousssss

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Rota dos Vinhos:De Reims ao Vale do Loire de Carro

Ok, saimos de Reims com destino à Tours, que é a capital da região do Vale do Loire. A primeira coisa que você precisa saber é que existe um site, o da Michelin,que dá a rota completa de todas as distâncias de carro entre viagens pela Europa. É muito simples, você digita a cidade de partida e a de chegada e o site simplesmente te passa o mapa bem explicadinho de como chegar lá.Então de Reims até Tours teremos umas três horas de viagem, a maioria por auto estrada ou autoroutes,e posso dizer a vocês por experiência própria que as auto-estradas européias são excelentes e muitíssimo bem sinalizadas!
Chegando ao Vale do Loire, a pedida é ir visitar os três maiores castelos da região, Chambord, Chenonceau e Cheverny. Gosto especialmente de Chenonceu,


o castelo que foi moradia de muitas rainhas da França, incluindo a famosa Rainha Margot.
Recomendo que fiquem hospedados ao menos por uma noite no Vale, pois acho que vale a pena (com o perdão do trocadilho) também visitar a cidade de Tours,

o castelo de Amboise e sua linda cidadezinha medieval


e os jardins de Villandry:


Para quem é apreciador, outra dica é fazer degustação de vinhos nas adegas de Vouvray, Borgueil, Montlouis e Chinon.

Uma vez dormindo no Vale do Loire, que tal ficar num autêntico castelo?
Sugiro o Chateau D'Artigny, com diária à partir de 190 euros e que pertenceu ao famoso perfumista François Coty, este aqui da foto:


Viagem de sonhos esta, não?
Amanhã, de Tours para Aquitaine,a região de Bordeaux.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Rota dos Vinhos e Chateaux na França

Hoje começarei a publicar uma série de posts sobre como fazer a rota dos vinhos franceses passando pelos inúmeros castelos da região.
Saíndo de Paris existem várias maneiras de fazer esta viagem: dentro de uma excursão com guias especializados, de trem ou alugando carro.
Se optar pela excursão sugiro darem uma olhada no site da Cityrama. Eu muito provavelmente iria de carro, pois assim se fica mais livre para ir parando onde se quer e bem entende.
Uma passagem de trem saindo de Paris com destino a Bordeaux sai mais ou menos por uns 80 euros e demora umas 3 horas para chegar.
Então vou começar a escrever sobre uma viagem saindo de carro alugado em Paris e seguindo por um roteiro de 6 noites que compreenderá Reims e a região de Champagne, Vale do Loire, Aquitaine, Bordeaux e Saint Emilion.
A primeira coisa a fazer é alugar um carro. Numa breve pesquisa descobri que o aluguel de um carro médio tipo station wagon (o Laguna Wagon da Renault, por exemplo) com capacidade para 4 pessoas e suas bagagens daria uma faixa de preço entre R$ 1.600,00 a R$ 2.000,00 pelo total de dias.
Saindo de Paris, sugiro começar a viagem por Reims`a 45 minutos da capital francesa.
Claro que o objetivo desta viagem é visitar as principais produtoras de champagne, como a Pommery, Veuve Clicquot, Moet et Chandon, Mumm, Taittinger entre outras.
O horário de visitas acontecem na sua maioria de segunda à sábado sempre que se forma um grupo de pessoas suficiente para o passeio e o número de taças servidas depende do tipo de ticket que você comprar.
Vinhedos da região de Champagne:


Mas além das produtoras de champagne Reims também tem pelo menos duas grandes atrações como a Catedral de Notre Damme e o Palácio de Tau.Esta foto é da Catedral:


Visite-os portanto.

Para se hospedar, sugiro que fiquem no hotel Hostellerie La Briqueterie que é um 4 estrelas no coração da região de Champagne, muito bonitp e simpático e que faz parte da rede Relais & Chateaux, com diárias à partir de 190 euros.
Em frente ao Palácio de Justiça encontra-se o Café du Palais que serve boa comida a preço de bistrô.Lembrando de que depois de tantas taças de champagne é imprescindível que se coloque alguma coisa no estômago, não é mesmo?
Amanhã publicarei a continuação, saindo de Reims e seguindo para o Vale do Loire.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Natal Em Paris

E como não consigo ficar muito tempo sem falar da minha amaaaaaada Paris e aproveitando que já estamos perto do natal, que tal ver como é a cidade luz em época de papai-noel?

Champs Elysées iluminada:



Fachada das Galleries Lafayette:


Interior das Galleries Lafayette. Repare na grande árvore que a Chanel montou:


Fachada do hotel Le Bristol:


Decoração de natal da Printemps:


Patinação no gelo em frente ao Hotel De Ville:


Paris no clima:


Vitrine da Ralph Lauren:


O "bolo" de natal criado por Givenchy a pedido da famosa casa Lênotre:


Geeeeeeeeente, quem estiver a fim de me dar um presentão de natal, adoraria ganhar passagens+ diárias no Le Bristol+ vale-compras nas Galleries Lafayette, aliás fica logo a dica para os meus amigos invisíveis da vez...

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Natal Em Nova Iorque. Corra Que Ainda Dá...

Ontem comecei a arrumar a minha casa para o natal. É muito bom enfeitar a árvore quando se tem crianças em casa, meus filhos ficam o tempo todo querendo me "ajudar" e vão colocando as bolas de natal aqui e ali, depois quando acaba sem que eles percebam eu vou ajeitando uma ou outra coisa que não ficou boa e no final fica todo mundo satisfeito e orgulhoso de sua criação.
Lembro-me que quando tinha 12 anos fui morar com minha mãe nos Estados Unidos e lá passei um natal de sonhos, com direito a dezenas de presentes, lareira com meiões pendurados cheios de doces e visita a Disneyland na manhã do dia 25 de dezembro.Simplesmente inesquecível!
Anos mais terde fui a Nova Iorque com meu marido também pela época de natal e realmente fiquei com a impressão de que nenhum outro país sabe aproveitar melhor o clima natalino como os E.U.A...
Sabe andar pela rua e dar de cara com uma árvore de natal humana cantando White Christmas? Pois é, isso acontece por lá.
Avenidas enfeitadas, flocos de neve caindo, árvores iluminadas por todo o canto, papai-noéis em todas as esquinas e gente, muita gente, principalmente nas imediações da Broadway e do Rockfeller Center, a expressão máxima do natal na cidade com sua famosa árvore gigante.
Se você está pensando em proporcionar para os seus filhos uma experiência de sonhos, ou simplesmente quer passar um natal inesquecível com sua cara-metade, veja estas fotos:
Dois ângulos do Rockfeller Center:



O Hyatt Hotel onde me hospedei com meu marido:


Fachada da Macy's


Vitrine da Bloomingdale's


Assista à um musical da Broadway cujo tema seja natalino, visite as grandes lojas e enfrente a enorme fila que se forma para ver de perto as vitrines de natal, leve seus filhos na Fao Schwartz, a loja de brinquedos mais linda do mundo imortalizada por Tom Hanks no filme Quero Ser Grande, visite o museu de cêra Madame Tousseau, patine no gêlo no Rockfeller Center e lanche no Dean & De Luca como fazem os novaiorquinos.
Almoce no Tavern On The Green que fica dentro do Central Park e arrisque jantar no chic Le Circle, fazendo as reservas com bastante antecedência.
Se a crise econômica mundial não for um problema para você, ainda dá tempo de sentir o gostinho de natal de Nova Iorque, várias operadoras oferecem pacotes para esta época.
Ai, natal em Nova Iorque, que saudade que me dá...

James Bond e Luxo

Ontem fui ver o novo episódio da franquia 007, o Quantum Of Solace.
Achei o filme bem legal, como já imaginava e cheio de cenas de muita ação, o que realmente me faz pensar que estamos na era da força física e não mais da antiga sutileza e porque não dizer elegância com que os antigos double o seven resolviam suas pendengas.
Senti falta, por exemplo, das marcas registradas do super agente, como a champagne que só podem ser Taittinger, Bollinger e Dom Perignon.
E mais do que tudo, das locações cheias de charme dos filmes de outrora. Neste quesito, aliás, o Cassino Royale foi um verdadeiro cartão postal.
Lembro-me bem que fiquei completamente fascinada com a beleza de uma das locações, justamente a cidade e o hotel onde James fez o Le Chiffre engolir a seco quando ganhou uma partida de pôquer depois de ter sofrido um enfarte provocado pelo seu inimigo da vez...
Lembrei-me então que este hotel eu já tinha visto antes, em outro filme, desta vez uma despretensiosa comédia estrelada pela ótima Queen Latifah que leva o nome de As Férias de Minha Vida (2006).
Investiguei e descobri que o maravilhoso hotel é o Grand Hotel Pupp, localizado no centro de Karlovy Vary, na República Tcheca.Com mais de 200 anos de história, o Grand Hotel Pupp já recebeu hóspedes do quilate de Johan Sebastian Bach, o czar russo Pedro, O Grande e a imperatriz da Austria Marie Therese dos Habsburgos.
Os gênios compositores Richard Wagner, Antonín Dvořák e Ferenc Liszt também fizeram parte da lista de hóspedes do hotel, que mais recentemente recebeu as visitas de Whoopi Goldberg, ator Gregory Peck, Alan Alda, Michael Douglas, a atriz italiana Ornela Muti além do mundo político representados por personalidades como o rei da Espanha Juan Carlos.
Querem ver fotos?
Do hotel:





Da vista do quarto:

Da linda cidade Karlovy Vara:




Apesar da opulência, o Grand Hotel Pupp é um luxo acessível para quem quiser gastar um mínimo de 154 euros, que é como começa a diária de um quarto duplo no hotel, em baixa temporada. Agora, para quem quer e pode se hospedar com o mesmo luxo de James Bond, sugiro a suíte presidencial, pela bagatela de 1.500 euros a diária.
James Bond pode até arriscar a vida, mas não arrisca nada quanto o que está em jogo é luxo e conforto. Disso, ele entende!

Serviço:
GRANDHOTEL PUPP DE LUXE
MIROVE NAMESTI 2A
KARLOVY VARY KARLOVY VARY 36091
Czech Republic

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

O Que Fazer Quando A Mala É Extraviada?


Na minha última viagem, aconteceu o pesadelo básico de todo turista: minha mala foi extraviada e não chegou logo quando eu aterrisei em Barcelona.
O que fazer quando algo assim acontece?
Bom, em primeiro lugar é bom saber nem que seja um pouquinho de inglês se a viajem é no exterior, pois você precisará explicar o que aconteceu e dar informações sobre como é a sua mala: tamanho, cor, modelo, etc...
A primeira coisa a fazer quando se viaja principalmente ao exterior é providenciar uma mala de mão que contenha algumas peças de roupas e acessórios básicos como duas mudas de roupa íntima, uma calça comprida, uma blusa de malha e uma blusa mais fina para sair à noite. Também é bom levar escova de dentes, desodorante e aquelas amostrinhas de perfume que toda mulher tem em casa, lembrando que na mão só se pode levar até 100ml de líquido e até 5 kg de peso.
Se a mala se perdeu você deve imediatamente procurar o balcão específico para apresentar a queixa. Descreva a sua mala com o máximo de detalhes e jamais viaje sem que a mala esteja identificada.Daí você vai receber um documento com o número de protocolo desta queixa.O nome deste documento é RIB.
Se a empresa se negar a fornecer o RIB, procure o balcão da ANAC que vai intimar a empresa e tomar as primeiras providências para que você receba sua mala de volta.
A companhia aérea tem o direito e o dever de lhe devolver a mala em 24 horas sem ter que pagar nada a você por isso. Depois deste prazo ela é obrigada a lhe pagar uma quantia que cubra despesas provenientes da perda, como para compra de roupas, etc...A TAM por exemplo, paga ao passageiro 50 U$ por dia enquanto a LAN paga em torno de 100 U$
Portanto levem este valor em consideração na hora das compras.O viajante também tem a opção de declarar todo o conteúdo da mala antes do embarque, para isso as empresas aéreas cobram uma pequena taxa. Acho válido quando se quer levar um casaco mais caro ou bolsa de marca, desde que tenha a note fiscal para apresentar e comprovar o valor da mesma...Lembrando que jóias, aparelhos eletroeletrônicos, documentos e valores em dinheiro não são aceitos na declaração.
Se o conteúdo da mala não for declarado, a empresa aérea pagará uma indenização em torno de 400 U$, não mais que isso. SE o viajante ainda assim se encontrar insatisfeito, deve procurar o PROCON para abrir queixa e tentar uma indenização maior.
Algumas pessoas tentam, na volta, abrir processo contra a empresa aérea cobrando indenização por danos morais e aí, muita gente tenta levar vantagem. Acreditem, já ouve gente pedindo indenização de empresa por ter perdido na mala extraviada a aliança de casamento! Ora, quem vai acreditar???
Outra coisa importante é que a mala só é considerada oficilamente extraviada caso ela não reapareça em 45 dias.
Por isso, o melhor é rezar para que esse terrível incidente jamais aconteça com a gente.
No meu caso, a empresa me devolveu a mala em 24 horas. Tive despesas decorrentes do fato, pois acabei tendo que comprar algumas peças de roupa para passar o dia, tipo camiseta e tal, mas acabei incorporando às infalíveis comprinhas de viagem e pronto...
O negócio é torcer para que não aconteça com a gente, levar na mala o mínimo de objetos valiosos possíveis e trazer na mala de mão o indispensável para passar pelo menos um dia e meio sem mala.
Ok?

sábado, 8 de novembro de 2008

Vou Voltar Pra Minha Terra...

Último dia em Lisboa e resolvemos terminar por onde a maioria começa: visitando a Torre de Belém, o Padrão do Descobrimento e o Mosteiro dos Jerônimos. Não sei nem dizer qual o mais lindo!
Mosteiro dos Jerônimos

Padrão do Descobrimento

Torre de Belém


O que vocês acham?
Com este céu azul que estava fazendo em Lisboa qualquer fot sai bonita, não é mesmo?

Depois do passeio fomos à tradicionalíssima Fábrica de Pastéis de Belém, onde nos acabamos de tanto comer bolinho de bacalhau e, claro, os tão falados pastéis.
Já tinha comido antes mas o tempo vai passando e a gente acaba esquecendo do quanto eles realmente são melhores de todos os outros fabricados por aí...

Era nosso último dia, ainda tinhamos umas comprinhas para fazer e nem deu para aproveitar como eu mais gostaria, que é sentando em um café e ficar vendo a vida passar. Até sentamos, no À Brasileira bem no coração do Chiado e reduto de gente descolada, mas não deu pra ficar muito tempo, pois outra atração ainda nos aguardava:

O Fado!

Fomos assistir à um show de Fado na casa O Faia, bem tradicional, claro que cheio de turistas, mas com cardápio ok, um bacalhau à lagareira mais do que satisfatório

e excelentes cantores. Para quem gosta de fado, recomendo! Eu adoro! Assisto e fico com vergonha de mim mesma pois logo desato a chorar, emocionada. Será que numa outra vida já fui lisboeta?

E ao final do Fado, rumamos para o Bairro Alto atrás de mais agito. Gente, aquilo estava uma loucura, um verdadeiro círio de nazaré, ordas e ordas de jovens em cada cantinho das ruas, os bares lotados, muita música, definitivamente a noite mais agitada da Europa. Não imaginava isso dos nossos irmãos portugueses, que surpresa boa!

E depois, hora de se despedir. E a coisa mais difícil, despedir-me do meu irmão, com aquela dor no coração que só eu sei como é. Dor de deixar para trás um pedaço da gente, que eu não sei quando terei perto de mim novamente.
Minhas viagens para a Europa são sempre assim, intensas, maravilhosas e com despedida triste no final. Já me acostumei, já sei que vai ser sempre assim, mas que dói quando chega a hora de dizer adeus, isso dói.
A noite acaba, meu irmão vai ficar curtindo mais um pouco, o último abraço do dia, e do ano. Entro no taxi chorando baixinho que é pra não entregar, sou uma menina orgulhosa. E sigo chorando até o hotel...
E no hotel lembro que tenho coisas para colocar na mala, não posso esquecer da mala de mão, dos presentes das crianças, amanhã vou ver meus filhos de novo, estou morta de saudades deles, ai a minha caminha me esperando, finalmente vou poder dormir sossegada e aí paro e penso que amo sim viajar, mas voltar para casa também tem o seu valor.
Lembro do meu querido irmão que vai continuar sua vida como imigrante europeu e de mim, que amanhã já não serei mais a turista-louca-por-novidades e sim a mãe da G, J e J.P
Uma lágrima ainda corre no rosto. É a lágrima que fica. O que vai no meu rosto, é um largo sorriso de saber que ano que vem estarei eu aqui novamente, talvez não em Lisboa mas certamente no Velho Mundo descobrindo novas coisas , novos caminhos e histórias antigas. Ano que vem.
Pois amanhã, o dia será dos meus filhos!
E assim é a minha boa e doce vida.
Próximo post, novos assuntos... Beijo.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Meu irmão e o Pavilhão Chinês


Eu, magérrima e com uns 10 anos, na companhia do meu irmão da mesma idade, na fazenda de nosso pai, chamada Santa Julia que na minha opnião deve ter algo a ver com a imagem que meu sonhador papai tinha de sua filhinha...
Hoje vou contar duas histórias: uma de uma das pessoas mais marcantes que já conheci, meu irmão. A outra, de um dos lugares mais diferentes que já fui: o Pavilhão Chinês.
Meu irmão e eu nascemos com a impressionante diferença de apenas 10 meses de idade. Isso equivale a dizer que quando eu tinha apenas 1 mês de vida, minha mãe se descobriu grávida novamente o que por si só já dá a ela direito a reserva de camarote vip de seu lugar ao céu!
Portanto eu literalmente cresci com ele.
Quando crianças e mais adolescentes brigávamos alucinadamente! Eu, a festeira, popular, bagunceira e até um pouco egoísta, dessas que acha que sua própria diversão vem sempre em primeiro lugar, reconheço.
Ele, o intelectual, reservado, tímido, organizado, detentor das melhores notas de todo o colégio, o queridinho de minha mãe, eu sempre fui mais a menininha do papai.Tenho certeza de que nossos pais esperavam papéis bem diferentes do que hoje temos. Acho que minha mãe via o meu irmão empregado em alguma multinacional, pai de familia, sossegado e calmo. E eu, acho que nem me atrevo a pensar o que ela achava que minha vida seria...
O fato é que em algum lugar de nossas vidas, nossos papéis se inverteram. Ele rompeu com os paradigmas e com tudo o que esperavam dele e foi viver sua vida intensamente. E eu me descobri feliz sendo a (não tão) calma esposa de um advogado e mãe de três filhos.
E acho que isto foi fator decisivo para que nós nos aproximássemos e nos entedessemos como ninguém. Pois onde estou hoje, ele já esteve. E onde ele está hoje eu também já estive.Ele sabe o que é ter a pressão de continuar mantendo a imagem do que agora esperam de mim, que é ser o mais próximo da perfeição o tempo todo. E eu sei que não é fácil ter a imagem de bad boy quando na verdade tudo o que se quer é ser verdadeiro consigo mesmo e viver a vida em que acredita!
Será que quando ele ler isto vai concordar comigo?
Eu e meu irmão vivemos separados pela enorme distância de um oceano, 12 horas de avião e alguns milhares de euros. Acho que o amor que sentimos um pelo outro é maior ainda que a distância que nos separa. E assim,nós tentamos sempre nos encontrar o mais que seja possível e este ano conseguimos o feito por duas vezes, uma em julho, em Paris que é nossa cidade favorita, outra agora nesta viajem em Lisboa.
E foi no Pavilhão Chinês que marcamos o nosso encontro, sempre tão esperado!
O Pavilhão Chinês é diferente de tudo o que eu esperava encontrar em um bar em Lisboa. Primeiro porque não tem cara de chinês. Soube que o lugar foi uma antiga mercearia que já tinha este nome, no princípio do século XX.
Quando se chega ao Pavilhão Chinês, que possui uma fachada simples e discreta, se encontra a porta fechada. Toca-se a campainha e espera-se o garçom que abre a porta e nos conduz para uma viagem ao espanto.
Não sei qual a impressão maior: se entramos na casa de uma tia maluca que tem por mania guardar todas as quiquilharias do mundo ou se estamos diante de algum museu excêntrico, desses que a gente encontra em Londres ou Amsterdam.



A primeira imagem é da minha câmera, as outras peguei
aqui
e aqui

É que o lugar, enorme, cheio de salas, é repleto de prateleiras e armários envidraçados abarrotados de coleções que vão desde a soldadinhos de chumbo, bonecas de porcelana, aviõezinhos de guerra, à uma espetacular coleção de bonecos fazendo aquela expressão com os braços que indicam que estão dando uma banana,sabe? E quando eu digo abarrotado, é abarrotado mesmo, do chão ao teto.
Depois de uma breve circulada pelo lugar, sentamos na sala principal e nos deparamos com mais uma surpresa: o livro cardápio,uma obra de arte de 82p em formato livro, repleto de ilustrações divertidas, da autoria de Luís Pinto Coelho, e que reportam à cultura boémia, dos clubes ingleses ou dos cabarés franceses, entre a caricatura e uns toques de erotismo, com muitas pin-ups à antiga.
Chás, chás e mais chás,do Ceilão, Índia, Formosa, China, Japão, Geórgia, Nepal ao Quénia, fazem parte do menu...
A lista de cocktails também é enorme e praticamente tudo o que você ousar beber, encontrará ali.
Somente para comer é que não se acha muita coisa, alguns sanduíches, embutidos e só.
Na última sala, a única em que se pode fumar, duas mesas de jogo para os que apreciam.
E o melhor de tudo para mim: sentar e ficar observando a reação dos turistas que chegam ao bar pela primeira vez e ficam olhando tudo com aquela cara de quem não sabe ao certo se é pra rir ou levar a sério um lugar como aquele...
E uma vez lá com meu irmão, nós que esperávamos fazer apenas uma horinha lá, fomos ficando, ficando, bebendo, bebendo, a música estava ótima e cada vez mais descobríamos outra coleçãozinha maluca para olhar, quando vimos já beirávamos as primeiras horas da manhã, fomos os últimos a deixar a casa.
Definitivamente meus encontros com meu irmão estão se tornando insuperáveis no quesito charme.
E definitivamente eu recomendo: uma vez em Lisboa, vá ao Pavilhão Chinês. Depois você me conta...

Serviço:
Pavilhão Chinês
TELEFONE
213424729
LOCAL
Lisboa, R. D. Pedro V, 89
HORARIOS
Segunda a sábado das 18h00 às 02h00
Domingo das 21h00 às 02h00
PREÇO
Consumo obrigatório. Cocktails 7,50€; chás 4,50€; cerveja 3€ (garrafa 3,50€ / caneca 5€); whisky novo 6€; whisky velho 10€.
OBSERVAÇÕES
"Cocktails" preparados no momento; sugestão: coktails "Pavilhão Chinês" e "Vaca Gorda". Encerra apenas a 24 e 25 de Dezembro.
MUSICA
Jazz, Variada, Clássica, Ambiente

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Wooopeeee


E embora este blog não seja político, fica aqui minha homenagem e minha grande alegria por este tão grande passo dado pelo mundo para fazer cair a barreira do racismo.
Valeu Obama, keep us proud!!!!!

Passeio de Um Dia Perto de Lisboa


Eu, na Boca do Inferno, curtindo a imensidão do mar azul...
Estando em Lisboa, uma excelente dica é fazer um passeio clássico por lá, que engloba as cidades de Sintra e Cascais, a praia do Guincho, a Boca do Inferno que é uma encosta rochosa onde as ondas batem com água azul cristalina e o Cabo da Roca, que é o ponto da Europa mais perto das Américas. Este passeio tem duração de um dia e a maioria dos hotéis oferecem excursões para os mesmos. Já fiz este passeio por duas vezes e das duas contratei um motorista de taxi que achei bem melhor.Não paga-se mais caro por isso e você pode parar onde quiser por quanto tempo quiser, almoçar onde bem entender sem ter que parar num desses pega-turistas onde excursões costumam levar os turistas mais desavisados. Aliás, digo já aqui que quase não andei de metrô em Lisboa, pois o trânsito não é pesado, os carros dos taxistas são confortáveis e eles mesmo são simpaticíssimos, além de não ser tão caro como em outras cidades européias. Como eu estava em quatro, fazia mais sentido ir de taxi e dividir a conta do que cada um pagar por um ticket de metrô...
Então converse com os motoristas até achar alguém com quem simpatize, pergunte sobre o trajeto, o número de horas e combine o preço antes.
Mas vamos ao que interessa:
Começamos o passeio pelo Palácio de Queluz,no caminho para Sintra, que era a residência da familia real.

Muito bonito e tradicional, com salas de espelhos,de almoço, quartos rebuscadamente decorados e jardins dignos de estarem em Versailles
Seguimos para Sintra, seguindo direto de carro dá umas duas horas de viagem.

Sintra é um pequeno vilarejo suuuuper antigo, repleto de lindas quintas, lojinhas de artesanato e de toalhas de linho e ainda conta com o Palácio da Pena nos seus arredores. Quem não conhece ainda o Palácio da Pena deve ir sem dúvida para lá pois as fotos saem pra lá de maravilhosas, o lugar é lindo de morrer, é onde a familia real passava suas férias.
Como eu já o conhecia, decidi explorar melhor a cidadezinha propriamente dita, comer o famosíssimo travesseiro de Sintra, que é um doce folhado na forma do objeto que lhe dá o nome, recheado de um creminho de ovos e coberto por açúcar de confeiteiro. É de comer rezando e o melhor, come-se direto na Fábrica que se chama A Periquita e é bem fácil de encontrar.
Uma vez de barriga cheia, fomos conhecer eu e meu marido a Quinta da Regaleira, que é uma casa aberta à visitação pública que mais parece um castelo e era a residência do maior colecionador da obra de Luis de Camões. Recomendo a visita, mas é preciso ter um pouco de fôlego para fazer a subida a pé como fizemos antes de descobrir que na saída de Sintra passaríamos por lá de qualquer maneira, só que de carro. Dãããããã
Saindo de Sintra, fomos direto no Cabo da Roca, que é simplesmente um ponto geográfico com uma rocha indicando sua posição no mundo, o visual é bonito sim, pare para tirar fotos e siga a viagem.
Depois disso vem a minha parte favorita em qualquer viagem: comer!
A Praia do Guincho é perfeita para isso pois conta com excelentes restaurantes à beira mar ou nos altos das falésias e são excelentes em frutos do mar.
Fomos no conhecido Porto de Santa Maria, detentor de uma estrela no guia Michelin.

Comi lá o melhor bacalhau da viagem, grelhado, alto, com muuuuito azeite, alho torrado por cima e batatas ao murro.

Seguimos o passeio até a Boca do Inferno, o ponto do qual falei acima, muito lindo e repleto de turistas. Quem disse que só no Brasil é que tem praia bonita?

E então chegamos até Cascais

que é uma espécie de Saint Tropez portuguesa com lojas e restaurantes de luxo, bares, uma orla badalada, palmeiras nas ruas e toda uma atmosfera chic que faz você pensar que nasceu para esta vida...Pelo menos eu. Ah, não saia de Cascais sem provar o melhor sorvete de Portugal, que é o que se vende na sorveteria Santini. Provei o de morango e ainda não comi nada igual,embora tenham me dito que o de milho verde é ainda melhor! Sei não...

Serviço:
Restaurante Porto Santa MariaEstr. do Guincho
2750-642 CASCAIS
Lisboa - Cascais

Gelados Santini Cascais - Cascais
Avenida Valbom 28-F, Cascais
2750-508 CASCAIS