sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Dez Delícias Que Valem a Pena Provar Numa Viagem à Europa

1- Se for em Lisboa não perca por nada no mundo os pastéis de Belém, na Fábrica de Pastéis de Belém. A massa é levíssima e o recheio é divino.Esta é a fachada da Fábrica:


2- Em Madri , o cochinillo do Bodim, restaurante mais antigo do mundo, um porquinho de leite inteiro que de tão macio dispensa o uso de facas é tão imperdível quanto os churros com chocolate quente que se encontra em diversos points espalhados pela cidade.
3- Em Bruxelas você verá chocolates espalhados por toda a cidade, mas ande um pouquinho mais até o Bairro do Sablon, a zona chic da cidade e experimente as incríveis e deliciosas criações do chef chocolatier Pierre Marcolini. Já falei aqui de sua loja, super clean e sofisticada parecendo mais uma joalheria. Normal, já que seus chocolates são mesmo verdadeiras jóias.
4- Provei o melhor risoto da minha vida certa vez em Verona, na Itália, num restaurante chamado Capitan Della Cittadella. Era um simples risotto alla parmeggiana, mas a diferença é que ele era preparado bem na frente de nossa mesa , dentro de uma enorme forma de queijo parmesão, o chef ia conversando conosco enquanto mexia o risoto arrancando lascas do queijo e incorporando ao prato. Simplesmente inesquecível.
5- Se for à Suíça, não deixe de comer fondues e raclettes. Todas as cidades suíças possuem restaurantes que servem estas especialidades a base de queijo. A raclette é muito parecida com o fondue, só que ao invés de levar o cubinhos de pão ao queijo derretido e fumegante, se leva o próprio queijo para derreter no fogo. Este queijo depois escorrega em cima de pedaços de pão ou de fatiazinhas de batatas. Mais uma desculpa deliciosa para comermos mais queijo!
6- Ir a Barcelona e não provar os famosos tapas é o mesmo que ir à Roma e não ver o Papa. Ihhh, eu fui à Roma e não vi o Papa....Mas com certeza comi os tapas de Barcelona: pães com tomate e azeite, calamares, presunto pata negra e outras delícias fazem parte destes tira-gostos de dar água na boca em qualquer mortal. Experimente os tapas do Tapa Tapa, o primeiro tapa bar da Passeig de Gracia, a rua mais chic de Barcelona. Depois dele, muitos outros se instalaram mas o Tapa Tapa continua sendo referência.
7- Aqui é mais para beber do que para comer. Se estiverem em Munique, não deixem de visitar a Hofbräuhaus, mais antiga cervejaria do mundo (fundada em 1589) e provavelmente a mais animada.


Muita música, garçonetes vestidas de roupas típicas da Bavária segurando em cada mão até cinco canecas de cerveja de um litro cada e um ótimo local para provar as salsichas alemãs, como a salcicha branca (wisewurts) que são de vitela e vem acompanhadas com sauerkraute e salada de batatas.
8- A melhor Pizzaria do mundo fica Em Nápoles, certo? Errado, a melhor pizzaria do mundo fica em Llívia, região da Girona, na Espanha, próximo à Barcelona. Chama-se Pizzeria Taller e pertence ao chef espanhol Fabián Martín, considerado o Ferrán Adriá das pizzas. Suas criações variam entre uma simples margherita coberta com folhas de ouro comestível até as mais sofisticadas como pizza com trufas brancas do piemonte e de fois gras. Prepare-se para desembolsar cerda de 40 euros por pizza.
9- Em Paris, fica difícil de sugerir o que não se deve perder, pois tudo é fantástico, afinal trata-se da capital mundial da gastronomia, mas uma das minhas gourmandises preferidas são os macarrons do Ladurée, que serviram de inspiração para que a diretora Sofia Coppola fizesse seu filme Maria Antonieta.


Os macarrons são como finos biscoitos feitos de amêndoas, parecendo suspiros e são recheados de chocolate, frutas vermelhas, pistache ou café. Para comer um atrás do outro e querer mais. Existem várias Ladurées espalhadas por Paris, inclusive uma na Champs Elysées bem fácil de achar mas a minha preferida é a da Rue Royale.
10- Ainda em Paris, outras gostosuras que não perco é o croque mounsieur do Fouquet’s (já escrevi sobre ele, leia aqui), o chocolate africano do Angelina Café e todas as variações possíveis de fois gras que eu for capaz de encontrar em qualquer restaurante ou café da cidade-luz!




Serviço:
Única Fábrica de Pastéis de Belém
n 84 a 92
1300-085 Lisboa Portugal

Capitan Della Citadella:
Piazza Cittadella, 7/A
37122 Verona (VR), Italy
+39 045 595157

Tapa Tapa:
Passeig de Gràcia, 44
Barcelona, Spain 08007
+34 93 4883369

Hofbräuhaus:
Platzl 9, München - +49 89 221676

Pizzeria-Talle:

Calle Frederic Bernades 7, Llívia, Girona, España. Tel- +34 972 14 62 19

Ladurée
Ladurée Royale
16, rue Royale - 75008 Paris
Tél : 01 42 60 21 79 - Fax : 01 49 27 01 95

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Por Dentro do La Tour D'Argent


De todos os melhores restaurantes do mundo, acredito que o mais famoso ainda seja o La Tour D'Argent, apesar da fama que hoje o El Buli na Espanha, tem.
Sempre tive a curiosidade de conhecer o La Tour, mas acabava por preferir outros que achava que seriam menos "turísticos". O jeitão formalíssimo também era outra característica que me afastava um pouco do lugar.
Mas eis que há algum tempo viajei para Paris na companhia de meu pai e ele me pediu que eu reservasse uma mesa em algum restaurante muito especial, que eu soubesse que ele iria gostar. Pensei então que era a hora perfeita para conhecer o Tour d'Argent.
Um pouco da história do lugar:
O La Tour d’Argent é o restaurante mais antigo de Paris e um dos mais antigos do mundo. Fundado em 1584 o restaurante já teve como clientes reis e as mais famosas personalidades do mundo. Além de ter uma das maiores adegas do mundo com mais de 500 mil rótulos, o restaurante já chegou a possuir 3 estrelas no guia Michelin por 51 anos.
Quando foi inaugurado, entre o Sena e o Convento dos Bernardinos, vizinho à Notre dame e no coração da velha Paris, o La Tour D'Argent era exclusivamente reservado à nobres e à mais alta aristocracia parisiense.Foi construido com pedras de Champagne que davam reflexos prateados, daí o nome. Ainda hoje se pode encontrar os aparadores de madeira esculpida, o assoalho aplicado com boiserie, as paredes decoradas. Pratos e copos de estanho.À direita da lareira, as mesas do Rei que era um cliente assíduo.
Desde esta época o “LA TOUR D’ARGENT” é sinônimo da mais alta culinária francesa com suas receitas exclusivas, seu lendário pato numerado, seu serviço impecável, sua fantástica adega e seu carisma inabalável.
De lá para cá, o restaurante perdeu duas de suas estrelas, mantendo apenas uma. Pouca coisa? Claro que não e foi isso o que me fez ter certeza de que eu não estava reservando uma mesa em um restaurante "pega-turistas". Nenhum "pega-turista" no mundo pode possuir alguma estrela do guia Michelin. Tem que ser bom! Mais que isso, tem que ser excelente tanto no ambiente como no serviço e na gastronomia! Basta botar a cabeça para funcionar e lembrar que em toda a América do Sul não existe um único restaurante contemplado com estrelas do guia Michelin.
Voltando ao jantar, cheguei lá acompanhada de meu pai e meu irmão um pouquinho antes da hora que estava marcada a nossa reserva. Fomos recebidos por um senhor muito bem trajado, de luvas e tudo o mais, e fomos levados até uma sala no andar de baixo, para que esperássemos até que a nossa mesa ficasse pronta. Sentamos e logo veio um garçon nos trazer uma bandejinha de prata repleta de canapés, todos diferentes e deliciosos. Da minha poltrona olho para trás na parede e me deparo com o autógrafo de ninguém menos que Salvador Dali.
Na hora exata de nossa reserva fomos conduzidos até o charmoso elevador que nos conduziria ao andar de cima. Nas paredes que antecediam o elevador, outras dezenas de fotos e autógrafos emoldurados, entre eles de pessoas como o Imperador do Japão, a Rainha Elisabeth, o ator inglês Anthony Hopkins, Sean Connery (eterno James Bond), Picasso e muitos outros de igual importância.
Chegamos lá em cima e nos dirigimos à nossa mesa, com todos os talheres e copos a que temos direito e posicionada bem em frente à enorme janela de vidro bem de frente para o Sena e para a Notre Dame.

Tudo muito rococó, muito luxuoso, mas muito muito lindo! Que vista magnífica! A noite prometia.
Chegam os cardápios e o meu vem sem preço, claro, uma mulher não deveria se preocupar com preços dos pratos, isso fica para os cavalheiros. Chegam mais alguns canapés. Meu pai pede o vinho (a carta parecia uma bíblia de tão grande e pesada mas claro que o sommelier abre na página certa e ajuda na escolha, sempre mostrando opções que ainda que caras, cabem no bolso-ainda bem que o bolso em questão não era o meu.) E logo depois, chega uma pequena entradinha, o amuse buche, muito comum nos melhores restaurantes que é como uma entradinha que é oferecida como um mimo ao cliente. Pedimos nossos pratos, que pena, ninguém pediu o famoso Caneton, que é o pato ao molho pardo que é finalizado e trinchado no salão em frente ao cliente e que tem cada um a sua numeração. Quem pede este prato sai com um tipo de certificado conferindo a numeração deste pato que já tem mais de 100 anos de casa.
Chegam às entradas,a minha, quenelles André Terrail ( o nome do antigo proprietário e pai do atual Claude Terrail) recheados com queijo de cabra, simplesmente delicioso:

Logo depois da entrada, chega um sorbet de limão. Para limpar os paladares para que possamos passar para o próximo prato. O meu foi um cordeiro de leite, igualmente delicioso.
Finalmente a hora da sobremesa: profiteroles recheados com mousse de pistache sobre calda quente de chocolate???? Manda!
E quando achava que já tinha comido tudo de bom que há nesta terra, eis que chega o café acompanhado destes petit-fours:

Ai, nem precisava...Mas já que veio quem sou eu para recusar?
Para quem quer conferir esta maravilha que encanta gerações há mais de 400 anos, duas boas notícias e uma nem tanto. Primeiro as boas: ano passado o proprietário gastou milhões de euros para reformar e modernizar a cozinha. Será que teremos mais estrelas de agora em diante? A outra é que existe um menu dejeuner, bem mais em conta, ao preço de 70 euros por pessoa, sem bebida, claro, mas com o mesmo número de pratos incluídos, uns 6, pela minha conta contando com os canapés de entrada e o amuse bouche. A notícia que não agrada tanto é que eu fui depois de um tempo neste restaurante para almoçar e conferi este cardápio,claro, o bolso em questão desta vez era o meu, realmente tudo continuou divino, mas o restaurante perde muito pela manhã em beleza. Sem dúvida ele à meia luz, com velas iluminando, o brilho das pratarias e cristais e Paris toda iluminada à noite fazem muita diferença. Keep in mind: Paletó e gravata para homens e vestido para mulheres. Reservas são necessárias.
Serviço:
La Tour D'Argent
15 quai de la Tournelle, The Quartier Latin, Paris
Phone: 01-43-54-23-31

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Comprando Bolsas de Marca: Como Escolher a Sua.

Há mais ou menos duas décadas, quando o Brasil se abriu para os importados, o dólar caiu e o real se valorizou frente as demais moedas, criou-se um tipo novo de consumidor brasileiro: o comprador de artigos importados de luxo.
Embalados pela era Collor, onde havia um presidente que adorava exibir sua forma física nos passeios de jet ski e uma primeira dama que colecionava conjuntinhos de tailleurs assinados, o Brasil parecia ter entrado no clima: “Se compro tal marca sou importante!”
Foi aí que vimos uma profusão de camisas, bolsas e óculos estampando logomarcas gigantescas.


Pouco interessava o design da marca. O que valia era o valor de status que a mesma conferia à pessoa que tinha poder e dinheiro suficiente para comprar e usar.

Assim sendo, uma simples camiseta CHANEL com a logomarca estampada valia mais para quem usava e quem via do que uma linda blusa de seda cortada especialmente para o cliente em uma clássica alfaiataria francesa.

Vinte anos depois a estória já não é mais a mesma. Agora, exibir logomarcas tornando-se verdadeiras propagandas ambulantes da griffe tornou-se completamente out, porque não dizer, brega.

O chic agora é usar marcas justamente que não tenham logos muito grandes, mas que sejam de excelente design e que possam ser reconhecidos apenas pelos “entendidos” no assunto fashion.
Nada mais chique do que usar uma bolsa Cartier que não possui nenhuma logo mas que pode ser reconhecida pelas alças entrelaçadas em três tons de ouro como a famosa criação de aliança de casamento da joalheria francesa.
Ou usar uma clássica bolsa Hermes modelo Kelly, inspirado na princesa Grace Kelly.


Ou ainda uma Fendi Spy, que abandonou os enormes Fs da logomarca e foi recorde de vendas ...


Ou seja, o desafio destas marcas está agora em lançar modelos não-logos mas que ainda assim possam ser facilmente reconhecidos, pelo estilo e design, tal como a sola vermelha dos sapatos do estilista francês Christian Louboutin.


Ou a clássica bolsa onde quase não se vê a logo mas que o matelassê, a alça de correntes e a famosa camélia não nos deixam dúvidas: É uma Chanel!



Deixar que os verdadeiros elegantes reconheçam seu bom gosto sem GRITAR que está usando tal marca, esta é a verdadeira sofisticação de quem É. Não de quem quer ser, entendem?

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Fazendo Compras no Exterior


Todas as vezes é a mesma coisa: viajamos loucas para fazer nossas comprinhas e na hora H nos embananamos pois as numerações de sapatos e roupas são completamente diferentes do que as do Brasil.
Ainda por cima, para quem não fala inglês ou a língua do país que visita fica tudo ainda mais difícil. Pensando nisso, elaborei uma listinha básica de artigos que a mulherada mais compra em viagens, com traduções em inglês e francês, além de postar a tabela de numerações para facilitar a vida dos viajantes loucos por compra, como a maioria dos brasileiros.

Artigos:
Saia: em inglês skirt, em francês jupe
Vestido: dress/robe
Calça comprida: pants/pantalon
Blusa: blouse/chemisier para mulheres e blouse para homens
Camisa: blouse/chemise
Colar: necklace/collier
Brincos: earrings/boucles d'oreille
Óculos de sol: sun glasses/lunettes de soleil
Cinto: belt/cinture
Relógio: watch/montre
Sapatos: shoes/chassures
Sapatos de salto alto: high heels shoes/talons
Botas: boots/botes
Tênis: sneakers/baskets
jaqueta: jacket/gilet
Bolsa: bag/sac
Casaco: coat/manteau
Luva: gloves/gants

Numerações:
ROUPAS FEMININAS SAPATOS FEMININOS
Brasil EUA França Brasil EUA França
36 2 34 34 5,5 36
38 4 36 35 6 37
40 6 38 36 7 38
42 8 40 37 7,5 39
44 10 42 38 8,5 40
46 12 44 39 9 41
48 14 46 40 10 42
50 16 48



SAPATOS INFANTIS
Brasil EUA França
18 2,5 20
19 4,5 21
20 5,5 22
21 6 23
22 7 24
23 7,5 25
24 8,5 26



CAMISAS MASCULINAS SAPATOS MASCULINOS
Brasil EUA França Brasil EUA França
36 14 36 39 7,5 41
37 14,5 37 40 8,5 42
38 15,5 39 41 9,5 43
40 16 40 42 10 44
41 16,5 41 43 11 45
42 17 42 44 12 46

Tentei de tudo para postar a tabela de numerações com os números mais separados, mas por algum problema de configuração saiu assim, então é só prestar atenção pois o primeiro número é o do Brasil e o restante cada um corresponde ao ítem seguinte.

Mais um post para imprimir e levar. Até...

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Como Entender os Menus Franceses


Quando se parte para uma viagem à Europa sem estar ligado a alguma excursão, é necessário que se tenha ao menos uma noção básica de inglês para não enfrentar maiores dificuldades na hora de fazer o check in do hotel, de fazer compras e de perguntar por endereços.
Ainda assim, mesmo que a pessoa fale bem inglês, quando ela chega em algum restaurante na França, por exemplo, é comum que fique confusa, tentando decifrar um cardápio cheio de termos gastronômicos em francês. Acredite, nem mesmo os franceses conseguem conhecer todos os termos da complexa cozinha francesa, portanto não se sinta intimidado a perguntar para o garçom. Apesar dos franceses terem a fama de não gostarem de falar inglês, em toda boa casa há sempre um maitre capaz de pelo menos explicar o básico em inglês.
Mas se você não fala nem inglês, o que fazer? Pensando nisso, elaborei uma pequena tradução de alguns pratos e termos franceses que aparecem com grande freqüência nos cardápios da maioria dos restaurantes.

Entendendo os cardápios:
Os cardápios basicamente se dividirão em Entrées, que quer dizer entrada, Poissons que significa peixes e engloba demais frutos do mar, viandes que significa carnes e engloba carnes vermelhas, de caça e de aves, les fromages que são os queijos e por último desserts, que são sobremesas.
A seguir um exemplo simplificado de menu com alguns pratos clássicos da gastronomia francesa e suas traduções.

Les Entrées:

Fois gras de canard: Fígado de pato, que nas entradas normalmente é apresentado em terrines, na forma de patê e servido com fatias de pão torrado.Este da foto:

Se o fois gras estiver na parte dos pratos principais, ele será servido como escalope, ligeiramente grelhado.

Soupe a l’oignon gratinée: especialidade francesa, significa sopa de cebolas gratinada.
L’Artichaut são alcachofras
Le jambom ibérico é o tipo de presunto ibérico, parecido com o de Parma, só que mais forte.
Coquilles Saint Jacques: Espécie de gratinado feito com vieiras
Les escargots: são espécie de moluscos que vem na própria casca e são normalmente servidos bem quentes com manteiga de ervas e pedaços de pão.
Les grenouilles: São as rãs, servidas normalmente à moda provençal, isto é, com manteiga de ervas como os escargots

Les Poissons:
Saint Pierre:peixe típico francês de carne branca e tenra
Bass: É o nosso robalo
Ecrevisses:camarões
Crevettes:camarões, como o nosso rosa
Langoustines: São os lagostins
Homard: espécie grande de lagosta de casca escura muito encontrada na região da Bretanha
Thon: Atum
Saumon: Salmão
Dorade: Dourada

Les Viandes:
Magret de canard: Peito de pato cortado em finas lâminas com um pouco de gordura nos lados normalmente servido ao ponto para mal passado
Agneau: Cordeiro
Carré d’agneau: Costeletas de cordeiro
Veal: Vitela
Bouef: carne de boi, filé
Faux-Filet: Contra filé
Le caneton croisé: Clássico prato da culinária francesa e principal prato do famoso restaurante La Tour D'argent, é o pato assado e trinchado na frente do cliente.

Les Desserts:
Crème brullé: Espécie de creme feito com ovos, leite e baunilha , com uma fina camada de caramelo que se quebra com a colher. Delicioso por sinal, veja a foto:



Profiteroles au chocolat: São pequenas carolinas recheadas normalmente de caramelo ou chocolate, servidas com calda de chocolate quente.
Crème Caramel: como o nosso pudim de leite, só que na consistência de um flan
Millefeuille: mil folhas
Crème glacées et sorbets: No primeiro caso são sorvetes que levam leite além de outro ingrediente na sua composição, como o de chocolate, de nougat, de pistache, de caramelo, etc...Os sorbets são aqueles de frutas sem leite, como o de fruit de la passion, por exemplo, que é o nosso maracujá.

Outras expressões úteis:
Coulis - palavra francesa que significa caldo.Normalmente de frutas e sem adição de açúcar.
Julienne - tipo de corte de legumes ou frutas em tirinhas finas.
En croute - com crosta. Em italiano, é crostata.Uma crosta que pode ser de pão ou de castanhas.
Ragu - palavra italiana que define um tipo de molho com pedaços de carne.
Sauté - de origem francesa, significa saltear.
Tuille - significa telha em francês. É uma espécie de lâmina feita de amêndoas e açúcar caramelado que se assemelha a uma pequena telha.
Confit: Forma de cozimento lento em que o alimento normalmente é cozido na própria gordura ficando bem concentrado.

Imprimam e levem este pequeniníssimo manual com vocês. Com certeza vão encontrar estes pratos na maioria dos restaurantes que visitarem na França.
Bom apetite!

sábado, 23 de agosto de 2008

Informações Sobre Como Viajar Com Animais Para o Exterior


As viagens de avião podem ser uma grande preocupação para pessoas que tem de viajar para o exterior com seus animais de estimação. Contudo, pode se tornar um pouco mais fácil se os donos dos animais tomarem com antecedência as providências necessárias.
Em primeiro lugar é preciso saber que as normas internacionais estabelecidas requerem que o animal tenha pelo menos 8 semanas e esteja desmamado há 5 dias no mínimo. Certificado de saúde e de vacina anti raiva atualizados também são exigidos.
É preciso também conseguir o CZI (Certificado Zoosanitário Internacional)que deve ser expedido pelo ministério de Agricultura gratuitamente nos postos dos aeroportos. Para conseguir, agende uma consulta com os médicos dos postos do ministério de agricultura dos aeroportos internacionais e vá munido dos documentos já listados acima, além de informações básicas como nome, raça, pedigree (se houver), nome do proprietário, etc... O certificado sanitário é válido por 3 dias e o CZI por 8 dias.
Depois, é preciso contatar com muita antecedência a empresa aérea para verificar os regulamentos, serviços prestados, etc... O melhor é fazer um vôo direto para minimizar o desconforto do seu animal.
Chegue no aeroporto cedo, exercite seu bichinho e nunca o leve somente preso por coleiras na escada rolante.
É preciso comprar um daqueles pequenos casulos que são chamados de transportadoras, que é onde o animal ficará preso durante o vôo. Uma boa transportadora deverá ter espaço para que o animal possa se sentar, deitar e rolar. Literalmente falando.
Deve ser resistente e ter fundo impermeável, além de coberto com material absorvente.
Deve permitir a circulação de ar e deve ter inscrito "ANIMAIS VIVOS" com a seta indicando a posição correta além do seu nome, telefone e endereço em caso de extravio.
A transportadora, que facilmente é encontrada na maioria dos pet shops deve ser comprada com antecedência suficiente para que o animal se acostume com ela, a fim de evitar maior desconforto e sofrimento.
Por fim, ao chegar no destino, vá imediatamente buscar seu amiguinho.
Se você pensa em comprar um animal de estimação e é uma pessoa que gosta de viajar bastante, pense muito antes de tomar uma decisão, pois ainda que tomem todas as providências na hora do embarque, nem sempre é fácil viajar com animais. É preciso, por exemplo, encontrar um hotel que aceite estes pequenos hóspedes. O mesmo cuidado cabe aos restaurantes. É preciso saber que no exterior talvez não se ache facilmente o mesmo tipo de ração e que todo animal doméstico é acostumado com uma rotina impossível de se manter quando se está viajando.
Uma vez viajei para ficar hospedada na casa de uma tia enquanto ela estava na minha cidade e ficava na minha casa. Fizemos uma troca de casas e me comprometi de cuidar do cãozinho dela. Durante o tempo em que minha tia ficou viajando o cãozinho não se mexia, não comia e eu realmente fiquei com medo de que morresse tanta era a saudade que ele sentia de minha tia, que obviamente teve de interromper a viagem para evitar que algo pior acontecesse.
Tudo isso tem de ser levado em conta. Não adianta nada colocar o seu bichinho num daqueles hotéis para animais se ele está acostumado a só passear,comer e brincar com você por perto. É sempre bom que ele tenha contato frequente com mais alguém que possa te substituir no caso de uma viagem onde não possa levá-lo.
Esta é a razão pela qual, embora goste muito de animais, não tenha um animalzinho de estimação.

ATENÇÃO: Veja Normas e Procedimentos para comunidade Européia exceto Reino Unido Normas e procedimentos necessários para emissão de documentação de embarque para pequenos animais com destino a países da Comunidade Européia excepto Reino Unido*

”Regulamento (CE) 998/2203 do Parlamento Europeu e do Conselho de 26 de maio de 2003, faz-se necessárias as seguintes exigências para o envio de animais para a Comunidade Européia:

1) Microchip padrão internacional - I.S.O. 11784 / 11785;
2) Teste sorológico para Raiva em Laboratório credenciado pela Comunidade Européia;
3) Cumprimento de quarentena residencial por período de 90 dias após realização do teste sorológico (contados a partir da data emitida no laudo), para emissão da documentação de permissão de embarque e desembarque.

Condições para realização do teste sorológico para raiva:

1) Animal deve estar vacinado, em período superior a 30 dias e inferior a 11 meses da data de vacinação;
2) Jejum alimentar de 6 a 8 horas;
3) Apresentar cópia da carteira de vacinação com dados do veterinário e das vacinas utilizadas em condições legíveis;
4) No dia agendado para a realização do teste trazer a carteira de vacinação original.

Dados necessários a serem apresentados para realização do exame:

1) Do proprietário:
·Nome completo
·Endereço no Brasil e/ou exterior - para possível reemissão de 2a via do laudo
·Telefones para contato

2) Do animal:
·Nome
·Espécie (canino/felino)
·Raça
·Data de Nascimento
·Cor da pelagem

3) Da vacina utilizada:
·Nome
·Fabricante
·Data de aplicação no animal
·Número do lote (Ex: 003/04)
·Data de fabricação
·Data de validade

De posse do laudo e após a quarentena de 90 dias, o proprietário/responsável pelo(s) animal(s), poderá solicitar o CZI conforme acima.

Para informações mais detalhadas, consulte o site Saúde dos Animais.


Até e bom final de semana.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Mudança de Nome

Não, você não está no blog errado, este blog que antes já se chamou Tudo O Que Eu Aprendi Com Quase 40 agora mudou de nome. O motivo? Acho que as vezes quando a gente toma um caminho não sabe direito onde ele vai dar. E conforme fui escrevendo o blog ví que ele mesmo estava se redirecionando para tratar de assuntos que envolvem sempre um mesmo tema: turismo e viagens.
Sabe quando a escrita tem vida própria? Quantas vezes comecei a escrever um post para falar de um assunto e daí surgiu outra idéia na minha cabeça e quando percebi, tinha escrito outra coisa completamente diferente e que deu bom resultado... Foi assim que aconteceu aqui. Yeap, esse blog agora é oficialmente um blog de viagens com o que as viagens tem de melhor:dicas, descontração, boas idéias e muito bom astral, assim espero.Ainda assim, é um blog de opnião e continuará sendo, sempre com a minha cara.
Também agora assino um outro blog, o Brazil Express, que é em inglês e traz notícias do Brasil para estrangeiros.Passem lá...
Boa leitura e boa viagem.

Dicas Descoladas de Paris

Ontem postei sobre o que fazer em Paris por um período de quatro dias para uma amiga que vai pela primeira vez. Hoje, postarei para a outra amiga, a Ló, aquela que já foi, vai novamente e não necessariamente passará de novo pelos mesmos pontos turísticos. Ló é a amiga que está atrás de novidades em Paris.
Já que não preciso falar de pontos turísticos, vou começar falando da programação cultural do ano em Paris: A exposição Picasso et les Maitres. Três museus, sendo o Grand Palais, o Louvre e o D'Orsay vão estar expondo obras deste artista no período de outubro a dezembro de 2008. Anote na agenda.
Restaurantes:
O chef do momento sem dúvida é o Joel Robuchon. Já falei dele num outro post, mas resumindo, Joel fez muito sucesso nas décadas de 80 e 90 e assim sem mais nem menos resolveu parar tudo e sair de cena num período sabático.
Há alguns anos atrás, porém, voltou com tudo, quando criou o L'Atelier:


Um restaurante moderno que no lugar de tradicionais mesas tem um enorme balcão onde as pessoas vão sentando umas do lado da outra e provando as criações de Joel que oferece um enorme menu degustation. Sucesso absoluto de público e crítica e que já conta com filiais em New York e Tokyo.
Como Robuchon aspirava ser contemplado com estrelas do guia Michelin, ele criou o La Table, que tem o mesmíssimo cardápio porém num ambiente mais formal, com atendimento diferenciado e claro, como o nome sugere, com mesas no lugar do moderno balcão. O resultado? Duas estrelas no guia Michelin.
Outro grande hit é o Kong (foto), o badaladinho asiático com toques franceses que fica em cima da loja do Kenzo e tem décor de Phillipe Starck. Este restaurante tem dois andares, o primeiro é mais um lounge para bebidinhas , o segundo é para jantar e é lindo de morrer. O teto é todo de vidro e fala sério, jantar num ambiente suuuper descolado, lindo, cheio de gente bonita e vendo o céu de Paris faz você esquecer que a comida propriamente dita não é assim das mais mais. Esse restaurante já caiu no gosto dos brasileiros mais antenados, sempre tem brazuca por lá...


Outro que eu amei foi o Terrace du Palais Royal, bem em frente aos jardins do Palais Royal, lugar chique e classudo sem turistas tirando fotos de tudo e pelo menos no dia em que eu fui, sem brasileiros, acho que os nossos conterrâneos ainda não descobriram este restaurante que tem o melhor risoto de Paris.Clique aqui para ler o post onde descrevo melhor este restaurante.
Já o Market, do Nova Iorquino/Francês, Jean-Georges Vongerichten (dono também do Mercer Kitchen e de alguns outros top restaurantes em Nova York), é espetacular. A localização é ótima, na15, avenue Matignon, a alguns passos da Champs Elisees. A decoração é imbativel, do talentoso Christian Liagre.De uma simples pizza ao fois gras brulée, tudo é divino e bem cuidado. Tudo bem que a pizza em questão é de queijo fontina e trufas negras...De quebra, todos os jetsetters do mundo fashion e do show business dão pinta aqui!

Compras:
Enquanto toda a turistada do mundo parte para as Galleries Lafayette, os franceses chics compram mesmo é no Le Bon Marché, a loja de departamentos realmente chic de Paris.

O Fauchon é imperdível para quem adora trazer na bagagem aqueles patés, azeites de trufas, fois gras em conservas e demais gourmandises.
Tão bom quanto é o Hediard, bem em frente ao Fauchon e que conta com um restaurante na parte de cima muito frequentado por executivos e mulheres elegantes parisienses na hora do almoço. Funciona mais ou menos assim, o Fauchon é para os turistas e o Hediard é para os franceses!Sei lá porque mas é bem assim.Já estive no restaurante certa vez, estava lotado mas sempre calmo e realmente não ví nenhum brasileiro o que em Paris é raro...



A Colette é a loja mais hype de Paris e é conhecida mundialmente por ser descobridora de novos talentos. Daqui desta loja muitos estilistas do mundo todo tiram suas inspirações, assim como eles sabem que ter algo vendido na Colette é garantia de sucesso! Para comprar o que vai ser tendência e o que todo mundo vai usar na próxima estação.

Endereços:Colette, 213 rue Saint Honoré 75001 Paris

Fauchon:24,26,30 Place de la Madeleine

Hediard:21 Place de la Madeleine

La Table de Joël Robuchon 16 Ave Bugeaud 75116

Kong:1, Rue du Pont Neuf, 75001 Paris

Le Bon Marché Rive Gauche 24, rue de Sèvres 75007 Paris

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Onde ir em Paris


Não esperava voltar ao tema Paris tão em breve, maaaaasss, tenho algumas amigas queridas que estão indo a Paris e me pediram algumas dicas. Vou me concentrar em duas delas, pois são casos bem específicos. Uma, minha amiga B que mora Rio e que jamais esteve em Paris antes. Outra, minha amiga Ló, que já esteve algumas vezes mas quer dicas novas de lugares interessantes.
Bem, hoje vou começar pelas dicas para a amiga B, a que fará sua primeira viagem no mês que vem. O que fazer em Paris? Como ver tudo em quatro dias (o tempo que ela permanecerá)? O melhor a fazer para que não se perca tempo é uma listinha básica das prioridades, pois Paris é imensa e não vai dar mesmo para ver tuuuudo em apenas quatro dias. Então decida quais são as prioridades e vá ticando a lista.
Num primeiro dia eu colocaria na lista:
1) Percorrer toda a Champs Elysées de cabo a rabo, começando pelo metrô Champs Elysées- Clemenceau, passando na frente do Grand Palais e Petit Palais e seguindo até o Arco do Triunfo, parando nas lojas mais bacanas como a Virgin (para dvds, cds, livros, mp3 e demais aparelhos de som), Sephora (para maquiagens, perfumes , cremes para rosto/cabelo, esmaltes, enfim, tudo aquilo que nos deixa loooouca), Alain Affelou (para óculos maravilhosos), Disney (caso tenha que levar presentes para crianças)e fazer uma boquinha no Ladurée onde se encontram os melhores macarrons de Paris.
De lá eu voltaria pela Champs Elysées até chegar na altura da Avenue Montaigne. Iria conhecer as lojas maravilhosas desta avenida. Voltaria de novo e seguiria até a Faubourg Saint Honoré, outra rua maravilhosa que corta a Champs Elysées e que possui as lojas de alta costura, como Hermés, John Galliano, Salvatore Ferragamo, Dior, etc...Seguiria por esta rua até dar na Place Vêndome, onde está o famoso Ritz Hotel, de onde saiu a princesa Diana no seu passeio fatídico e onde você vai encontrar as melhores joalherias do mundo como Cartier e Chaumet. A essa altura eu imagino que você já parou para almoçar. Se não, eu pegaria um metrô e iria direto para o Trocadero. Almoçaria num café chamado Chez Francis que é fácil de achar pois fica bem em frente à torre. Depois de ter descansado e almoçado, aí sim iria para a torre propriamente dita , claaaro que estou falando da Torre Eiffel. Conte umas duas horas de visita pois tem fila tanto para subir como para descer. Olha, esse meu plano de primeiro dia é para o verão quando demora para escurecer, caso você vá no inverno, é só mudar o programa da torre para a manhã e deixar a Champs Elysée e arredores para a tarde.
Descendo da torre, dê uma passeada no Champs de Mars e depois vá para o hotel minha amiga pois você estará moooorta de cansada.


Num segundo dia eu começaria logo pelo Museu do Louvre. Merece umas três horas de visita. Recomendo que não se atenha ao básico Monalisa e Vênus de Millo. A parte dos aposentos de Napoleon III é muito legal com aquela decoração rococó exuberante e talvez os maiores lustres de cristal que você jamais verá novamente. Tão interessante quanto é a parte das relíquias da antiguidade egípcia, grega, romana, etc...
No museu tem uma praça de alimentação muito frequentada por brasileiros. Eu não iria. Depois da visita iria almoçar no Café Marly, bem em frente às piramides, nas arcadas do Louvre, com gente bonita e interessante e uma vista magnífica. Soube que é ponto de encontros de alguns artistas como Jude Law e Sharon Stone, quando estão na cidade.
Depois desse almoço (normalmente eu peço uma coisa bem leve para continuar andando, tipo um croque mounsieur) eu seguiria pelas arcadas na direção da Rue de Rivoli onde tem aqueles souvenirs que todo mundo compra tipo boinas, echarpes e blusinhas infantis com estampas de Paris. O museu Baccarat fica lá, assim como o Angelina Café onde vale a pena para e tomar uma xícara de chocolate quente africano caso esteja frio.
Daí, eu visitaria o Jardin des Tulleries, grande lugar para dar uma relaxada e tirar algumas fotos.
Seguindo o dia eu iria para o Operah Garnier. Lindo para se visitar. Acabando a visita, eu entraria logo na área dos grandes magazins como Galleries Lafayette, Printemps e H&M. A primeira é mais bonita e mais cara, a segunda é um pouco mais em conta e a terceira é como a nossa C&A daqui. Como sou mulher não vou estabelecer horas de duração para essa visita, né? Fique o tempo que quiser, lembrando que nas Galleries Lafayette tem um lugar chamado de Consigne, no sub-solo, que guarda suas sacolas de compras caso você não consiga carregar tudo pelos corredores da loja e ainda queira comprar mais. E pelo amor de Deus não esqueça de fazer o detaxe. Já falei sobre isso num outro post que recomendo a leitura.

Num terceiro dia, eu começaria pelo Quartier Latin e arredores. A partir da praça Saint Michel, eu iria pelo Blv. Saint Germain até chegar na Saint German des Prés. Lá você vai encontrar os famosos cafés literários como Les Deux Magots e Café de Flore. Vale a pena sentar numa mesinha e pedir pelo menos uma cup de champagne né?
Saindo de lá,siga até a Place Saint Sulpice para visitar a igreja que tanto foi mostrada no filme O Código da Vinci. De lá, entre no Jardin du Luxembourg, na minha opinião o mais bonito jardim de Paris. Belíssimo local para dar uma esticada nas pernas e tirar lindas fotos, daquelas que vão para o álbum. A foto que ilustra o meu perfil aqui do blog eu tirei lá.Atravessando o jardim e saindo pelo Blv Saint Michel, você vai encontrar a rua Soufflot e verá o Pantheon, onde estão as cinzas de Voltaire, Rousseau e Victor Hugo.
Saindo desta área, pegue um metrô e vá direto para o outro lado da cidade o bairro de Montmartre, onde está a Basílica de Sacre Coeur. Para subir até o topo, pode se utilizar as escadarias ou pegar o tradicional funiculário (Ticket de metro).

Basilique du Sacré-Coeur: A vista da frente da basílica é maravilhosa pois domina toda cidade de Paris. Não deixe de entrar na Basílica, que foi construída no fim do século XIX num estilo neo-byzantino totalmente diferente das outras igrejas de Paris.


Place du Tertre: Continue o passeio na colina até a Place du Tertre, famosa e charmosa praça dos pintores, cercadas de cafés e restaurantes. É mais animado nos fins de semana.

No quarto e último dia, eu começaria o passeio atravessando a Ille Saint Louis (parando para tomar os sorvetes da Berthillon) e a Ponte Saint Louis até chegar na Catedral de Notre Dame. Visite a Catedral, depois saia e ande pelos lados dela num caminho cheio de flores até encontrar o fundo da igreja que é de onde você terá o melhor ângulo para tirar fotos, este aqui:

Saia e vá seguindo pela beira do Sena no que eu considero um dos melhores passeios para se fazer nesta cidade maravilhosa que é Paris: ficar sentindo a brisa no rosto num dia ensolarado admirando a paisagem. Siga sempre pelo Sena e você vai encontrar a Conciergerie que é onde ficou presa a Maria Antonieta,a Praça de Chatelet onde há a Tour de Saint Jacques recentemente reinaugurada depois de passar muito tempo coberta para restauração além de um chafariz e dois antigos teatros. Siga pela Rue de Rivoli e vá até a prefeitura, ou Hotel de Ville, onde o seu passeio termina.
Se sobrar tempo recomendo que façam um passeio de barco pelo Sena, existem várias empresas que fazem este percurso e acho uma boa idéia para quando a gente está com as pernas cansadas mas ainda não quer voltar para o hotel. O jantar nos Bateaux Mouches são especialmente românticos principalmente para um casal que conhece Paris pela primeira vez.

Este foi um roteiro para quatro dias, claro, ainda há muito a visitar, como o museu D'Orsay, os bairros de Bastille, Marais,a Palce des Vosges, o museu Rodin, mas fica para uma segunda viagem.
Boa viagem minha querida amiga B.Saiba que você mora no meu coração e este post é dedicado à você. Amanhã posto para a amiga que quer novidades.

Recomendo a leitura de outros posts com assuntos relevantes, como o que escrevi sobre a Champs Elysées e sobre como fazer o detaxe

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Regras de Imigração na Europa (e mais alguns conselhos de amiga)


Então, publiquei hoje de manhã meu último post da série sobre cidades de praia da Europa. Existem muitas outras bem bacanas sobre as quais que deverei escrever oportunamente. Agora eu queria falar de um assunto muito polêmico que vem preocupando muito principalmente aos jovens que estão programando sua viajem à Europa: o controle na imigração.
Olha, primeiro a má notícia: Nada garante que você vai passar pela imigração dos países da Europa, eles podem te mandar de volta sem te dar nenhuma justificativa e realmente não há nada que você possa fazer caso receba o cartão vermelho na sua entrada, mesmo que você preencha todos os requisitos de entrada.
Mas, tem uma série de providências que podem tomar para que sejam bem recebidos. Providências estas que vão tornar mais fácil a sua entrada.
Uma delas é prestar bem atenção à quanto você está levando para sua estadia. Para ingressar nos países que formam a União Européia, é preciso que você tenha um mínimo de 70 euros por dia de estada. Sim, cartão de crédito internacional ajuda mas como eles não tem como saber se o seu cartão está valendo no local, nada substitui o dindim propriamente dito.
Você também tem que ter voucher do hotel PAGO para cada dia de estada. Então, se você estiver planejando aquela viagem de mochilão sem paradeiro certo e sem hotel programado, repense, pois assim como eles podem simplesmente te dizer ok, podem te mandar voltar, pois o voucher de hotel é uma garantia e uma exigência!
Se for ficar em casa de amigos, que eles te enviem uma carta convite se possível registrada em cartório onde eles se responsabilizarão pela sua estada. Não adianta só dizer que vai ficar na casa do Maurinho...
Alguns países, como a França, exigem um seguro-saúde que cubra 30.000 euros. Qualquer agência de viagens vende esse seguro, você também pode comprar pela internet.Para uma semana vai gastar em torno de R$200,00.
A França não exige nenhum atestado de vacina mas alguns pedem,creio que Portugal exige para febre amarela, se estão pensando em entrar por Portugal acho bom tomarem.
Ao contrário do que a gente imagina, a alfândega portuguesa é uma das mais exigentes na hora em que nós patrícios chegamos lá e isso se deve ao fato de que a maioria dos vôos que chegam a Lisboa parte do Nordeste e eles temem que possam ser meninas vindas da exploração sexual. Infelizmente é essa uma das caras que o Brasil ainda tem, o de exportador de meninas de programa e é isso o que eles mais se esforçam em combater.
Na minha última viagem à França, ví que os guardas da imigração já fazem mesmo uma triagem na sanfona que sai do avião mesmo antes de chegarem ao guichê de imigração. É sair do avião e ir mostrando os passaportes. Desta vez ninguém me perguntou coisa alguma para entrar, mas talvez o fato de eu ter falado em francês tenha ajudado, não sei...
O que sei é que desde que o mundo é mundo as pessoas te julgam pela aparência. Justo ou não é assim que é de fato. Então, caros amigos, nada de ir viajar de short e sandálias havainas como se estivessem na sala de sua casa. Esqueçam o uniforme jeans surrado e camiseta velha que usam na faculdade e ponham uma roupinha melhor, sim. Mulheres, cuidado com os decotes, as sandálias muito altas e os comprimentos das saias, vocês não estão entrando em uma rave e sim num país. E Homens, também não precisam fazer como o meu pai, que elegante, coloca paletó e gravata (e jamais foi parado na vida), mas um pouquinho de senso de estética, uma camisa de tecido em bom estado (que você pode colocar só na hora de descer, nem precisa viajar de fato com ela), uma calça escura, um sapato fechado ainda que seja tênis, tudo isso vai contar na hora do guarda escolher a quem ele vai deixar passar direto ou quem ele vai parar...
Por último, passaporte válido por pelo menos 6 meses e passagens de volta para comprovar o retorno lembrando que o tempo limite é de três meses de estada para turistas.
Duvido se com todos estes cuidados alguém ainda vai ser parado...

Nice: Elegância Francesa na Riviera


Capital não-oficial da Riviera Francesa, a meio caminho entre o Principado de Mônaco (onde reinam os Grimaldi, a leste) e Cannes, Nice encerra um balneário e um grande porto, diante da baía dos Anjos, onde os Alpes e o rio Pail lon encontram o Mediterrâneo.
Cercada por lojas de grife e por Ferraris conversíveis por todos os lados, a cidade tem sotaque próprio --curiosamente o herói da unificação da Itália Giuseppe Garibaldi lá nasceu.
Os italianos a chamam de Nizza (o balneário pertenceu à Itália até 1860); os norte-americanos até hoje acham a cidade "nice", agradável; mas foram os ingleses que, há mais de um século, transformaram o local na era vitoriana, época em que ser inglês era quase sinônimo de abraçar o turismo.
Nice tem prédios art nouveau gloriosos e algo decadentes, além de um porto cosmopolita.
A fonte do Sol, na praça Massena, e a rua France, com seu calçadão repleto de lojas, barzinhos e restaurantes turísticos, são outros lugares em que o banhista passeia a pé.
Os restaurantes turísticos ficam atrás do chamado Quai des États-Unis, no Cours Saleya, ligados à praia por um pavilhão, na área conhecida como Vieux Nice. Às terças e aos domingos, no Cours Saleya, tem lugar um mercado de flores; às segundas, ocorre ali uma feirinha de antiguidades.
Nice é uma cidade onde luxo e lazer andam de mãos dadas.
O principal edifício, o Hotel Le Negresco (foto), lembra o nosso Copacabana Palace e é o local escolhido pelos poderosos da Europa para passar as férias.



A Promenade des Anglais é o local para caminhar e visitar as lojas mais bacanas e os melhores restaurantes e bares. Lugar para ver e ser visto...

Arte e Cultura

· Museu de Chagal: sua maior coleção, o Museu de Matisse com uma coletânea das obras deste artista. Nos arredores: Picasso Museu em Antibes. Maeght foundation em St. Paul de Vence (uma grande coleção de artistas modernos , entre eles Miró, Chagall, Matisse). A "Chapelle du Rosaire"; a capela, onde também se pode ver obras de Matisse.

· Dependendo da estação existem diferentes eventos. O "Jazz Festival" é famoso em Nice, assim também como o Carnaval, e o Festival Folclórico.

Compras
Na Rua Massena Couture acha-se todos tipos de perfumes. O Shopping Center "Nice Etoile" e a "Galerie Lafayette" garantem alta qualidade em compras.

Mercados
O famoso mercado de flores na cidade velha.


Gastronomia
Os restaurantes de Nice oferecem "Haute Cuisine, francesa e italiana" com um bom preço. Os vinhos rosé, bandol ou tinto são uma boa escolha.

Se Cannes é uma cidade tão cosmopolita ao ponto de as vezes fazer com que você se esqueça que está na França no meio daquele clima meio hollywoodiano, Nice é francesa por excelência e isso para mim é o que ela tem de melhor.
O contraste das praias de cascalho cobertas por tendas e espreguiçadeiras azuis com os prédios imponentes da avenida principal fazem dela um verdadeiro charme.
Na rua Saint-François-de-Paule, que termina na enorme praça de Cours Saleya, encontram-se exemplos vivos desse charme encantador que se mantém vivo e atrai várias gerações que aqui se fundem e harmonizam. Christophe Noirel, um dos sócios da Design 70 e POP Art – uma loja de roupa, de peças de mobiliário dos anos 70 e de esculturas definidas pelo próprio como radicais – viajou pela Europa, morou em cidades como Barcelona e Amsterdam, mas regressou a Nice porque, apesar de ter reconhecido noutras cidades encantos valiosos, garante que “nenhuma outra cidade tem um clima tão caloroso, tamanho número de pessoas bonitas e tentadora qualidade de vida”.
No final da Saint-François-de-Paule, onde o comércio é o mais tradicional possível e se multiplicam lojas de azeite, gourmet, pastelarias com produção própria, perfumarias com aromas extraídos da região (algumas das quais exclusivamente destinadas ao souvenir), abre-se o Cours Saleya, a célebre praça local, rodeada de restaurantes e brasseries.

Para uma refeição mais breve,café da manhã e almoço, o Le Pain Quotidien, uma cadeia ao estilo dos fast-food, mas com caracterização provençal (é um franchising belga) é uma boa opção. Tudo o que é aqui servido pode ser comprado para levar para casa, desde o pão ao azeite. O espaço preenche-se de vinagres, azeites, compotas, patés, entre tantas outras iguarias expostas em grandes armários de madeira. Mais elegante (e menos acessível) é o Le Parcours, situado em Falicon, uma vila vizinha de Nice.

Jean-Marc Delacourt, proprietário e chef do restaurante com o título de “Maître Cuisinier de France”, desenvolveu um conceito original: enquanto são degustadas as apuradas e bem apresentadas iguarias, é possível, através de câmaras e televisores, acompanhar o trabalho da cozinha.

Querem saber? Entre Cannes e Nice Eu prefiro Nice...

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Cannes: Muito Além do Famoso Festival


Cannes é a "estrela" da Riviera francesa, sede do famoso Festival Internacional de Cinema e cidade preferida de milionários franceses, bem como modelos e estrelas do cinema mundial. Embora seja uma cidade de praia francesa que nada tem de "típica", é impossível passar pelo sul da França sem passar por aqui.
O festival acontece em maio e inunda a cidade de turistas que querem ver de perto seus ídolos. Logo depois chega o verão e aí mesmo é que a cidade vira uma profusão de porshes, jaguares e mulheres platinadas dirigindo seus maseratis em busca de compras!
A cidade de Cannes é centrada em torno do antigo porto, com a parte central bastante compacta. A famosa "Croisette" é a avenida da praia e que se estende ao redor da baía a leste do porto.
O Boulevard Jean Hibert corre ao longo da costa a oeste, com ainda mais belas praias de areia branca. A Rue d'Antibes é a principal rua correndo no sentido leste-oeste através do centro da cidade, tornando-se a rue Félix Faure, na parte final.

Praias :
Se você não estiver ocupado comprando, comendo ou simplesmente badalando, há quilômetros de praias ao longo do Golfe de la Napoule ou ao longo "La Croisette", no Rade de Cannes. As praias de areia (a maioria das praias desta região não possui areia e sim cascalhos) estão todas aqui.

Compras:Cannes é um paraíso para compradores de artigos de luxo. Embora você possa preferir ir a Antibes para comprar seu iate, a revendedora da Rolls Royce está aqui, bem como as joalherias top da Europa como Cartier e Chaumet.

Rue d'Antibes:Lojas de todas as grifes estão aqui, assim como bares e restaurantes da moda.É nesta rua também que se encontram os cinemas de Cannes.

Boulevard de la Croisette:


As lojas mais exclusivas e caras estão nesta rua e se você não estiver preocupado com orçamento é aqui que provavelmente ficará o seu hotel.

Zone Piétonne: A Rue Menaydier corre paralela ao porto e nela você vai encontrar além de roupas,artesanato, produtos alimentícios e presentes.

Restaurantes:De pizzarias, tex-mex à cinco estrelas michelin, em Cannes existe uma fartura de bons restaurantes para qualquer que seja o gosto. Os restaurantes com terraço ao longo da Croisette é um bom lugar se você quiser ver estrelas e famosos de plantão.

Cinquita Café:10, rue des Fréres-Pradignac, Cannes, France 06400 · 4-93-39-00-01
Este é um dos mais famosos cafés de Cannes, sempre atraindo gente bonita e descolada. Durante o dia, serve uma seleção de sanduíches e massas para executivos apressados. À noite, num clima mais relax, serve menu completo. Melhor reservar antes de ir.

Chez Astoux:
43, rue Felix-Faure, Cannes, France 06400 · 4-93-39-06-22


Para uma refeição com os melhores frutos do mar numa decoração sofisticada e elegante, vá no Chez Astoux. Paellas, frutos do mar recém pescados e outras delícias ficam ainda melhores se você estiver lá no verão numa mesa no terrace do restaurante. O cardápio tem influências italiana, espanhola e francesa, claro.

Le Grand Café (foto):



As brasseries são uma verdadeira instituição francesa. Instalado no início do século passado, O Le Grand Café é uma mistura de brasserie com casa de chá e restaurante. Oferece um menu extenso com carnes,massas, saladas e queijos além de um menu especial para crianças.

Amanhã falarei sobre Nice, a grande "rival" de Cannes pelo título de favorita da Riviera Francesa. Faça suas comparações...

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Marbella na Costa del Sol: a preferida do jet set.


Marbella na Espanha, se localiza no coração da Costa del Sol e é o centro lúdico e social do Mediterrâneo. Tem um dos mais importantes Portos da Europa, chamado Puerto Banús, onde atracam os mais luxuosos iates do Mundo.
Ideal para passar o verão, Marbella possui temperatura média de 18 graus a maior parte do ano. Lá quase não chove e o céu azul e radiante é um plus.
Esta cidade é conhecida por ser destino preferido do jet set europeu, entre outros, reis e príncipes do mundo todo, atores e cantores famosos e demais milionários!
Lá você poderá desfrutar das inúmeras belas praias que são cercadas por chiringuitos (bares de praia) onde você provará da deliciosa culinária local, com ênfase nos peixes e demais pratos do mediterrâneo.
Desde Guadalmina até Las Chapas há mais de 30 quilómetros de praias, umas mais concorridas e outras mais íntimas e desertas. Na praia de Puerto Banús, muito badalada (embora odeie esse termo mas não encontre outro melhor agora para descrever), é possível encontrar serviços de bares de praia, duchas, aluguel de jet skis e outras atrações típicas da moda que vigora em cada ano. Além de muita, mas muuuuita gente bonita!
Em Marbella e no resto da Costa del Sol há uma grande oferta de lazer, como luxuosos hotéis com spas, os magníficos Campos de Golfe, os numerosíssimos restaurantes de todos os tipos, esportes náuticos, equitação, tênis, etc...
Para comer, evite os restaurantes que cercam a Plaza de los Naranjos, a parte antiga da cidade que são em sua maioria pega-turistas além de muito mais caros.
Aconselho a visitarem o La Meridiana, que tem cozinha mediterrânea/andaluza e prepara seus pratos com os melhores ingredientes locais. Num elegante prédio de arquitetura moura cercado de jardins, este restaurante é um dos preferidos do jet set.
Um passeio pela marina do Puerto Banús também é ótima idéia para escolher um restaurante legal, com boa comida, ao mesmo tempo em que você pode aproveitar para olhar o ir e vir de gente bonita que sempre lota o local, além de fazer umas comprinhas básicas, claaaro.Esta foto abaixo é do Puerto Banús,O LOCAL em Marbella!


Uma boa opção para comer é o restaurante Antonio que é parada obrigatória dos famosos. Ou a Crepperia Pizzeria Picasso, para um lanchinho mais informal...
Enfim, Marbella é a cidade de praia ideal se você adora lugares exclusivos, discotecas chics e gente sempre muito bem vestida, com cara de quem acaba de sair de um editorial de revista de moda.

Compras:
Em Puerto Banús, se jogue na El Corte Inglés, uma das filiais da famosa loja de departamentos espanhola.Na mesma área você vai encontrar as lojas Elite, Emporio Armani e Gianfranco Ferré. Espere pagar bem caro enquanto você se esbarra com estrelas do cinema mundial, tipo Penelope Cruz...
Se você estiver lá num sábado, não perca também o Mercado de Rua, uma espécie de feira de pulgas, onde você pode encontrar todo o tipo de coisas e barganhar à vontade.

Night life: Buddha Puerto Banús para tomar drinks no lugar que é a última moda local.
La Notte (foto abaixo), Olivia Valere e OH Marbella para dançar até amanhecer



Restaurantes:
La Meridiana
Endereço: Camino de la Cruz, s/n.
Tipo de comida: Mediterrânea
Tel.no: 952 776 190
Website: www.meridiana-notte.com

Antonio
Endereço: Muella de Ribera, Puerto Banus
Tipo de comida: Seafood
Tel.no: 952 813 536

Crepperia e Pizzeria PICASSO
Muelle Ribera
29660 Puerto Banus
Tel. +34 952-81-36-69

Compras:
EL CORTE INGLES SHOPPING CENTER
Ramon Areces
29660 Puerto Banus
Tel. +34 952-90-99-90

Night:

BUDDHA PUERTO BANUS
Centro Comercial Cristamar, Edf. B Norte
29660 Puerto Banus
Tel. +34 636-71-53-06

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Firá, em Santorini: linda e descolada!


Quando a gente pensa em Grécia, imediatamente nos vêm a mente a imagem de montes de casinhas brancas encravadas em montanhas, de frente para um mar azul piscina!
A 11 km de distância do porto, a 300 metros acima do nível do mar se encontra Firá, a capital da mais famosa ilha da Grécia: Santorini.
No cais, ônibus e taxis disputam a preferência dos turistas. Se você tiver muuuuuito fôlego e preparo físico e quiser se aventurar, pode subir a pé os 600 degraus que levam até o topo, na cidade. Se no meio do caminho porém quiser desistir, não se preocupe: dezenas de mulas estarão prontas para lhe socorrer.
O passeio pelas estreitas vielas do penhasco vulcânico reserva surpresas. Pequenas casas de linhas curvas, com fachadas arcadas e muitas flores, despontam praticamente encravadas nas rochas.
Os terraços avançam sobre o penhasco, garantindo uma vista para o mar simplesmente inenarrável. Hoje eles abrigam bares descolados, distotecas e restaurantes --para a alegria dos turistas que lotam a cidade no verão.
A posição central de Fira, que dá fácil acesso a várias outras praias da Grécia como Red Beach, Black Beach e White Beach (cada uma com sua cor de areia), faz com que a cidade seja uma das mais visitadas da região. Para ter acesso a essas praias, que tal alugar uma scooter? Mais bacana impossível!
Uma visita ao Mercado Central pode ser bem agradável. Nele você vai encontrar além do artesanato local, de roupas e acessórios bem baratinhos a jóias beeeem carinhas.
Mas o melhor de Firá é mesmo a sensação de estar num lugar paradisíaco, onde você está cercado de natureza por todos os lados.

Para se jogar na night, procure os clubs Kool Club, Enigma e Tithora e descubra que a noite pode acabar somente as 7:00 hs da manhã.Ficam todas na parte central da cidade, em uma rua que só circulam pedestres, acima da avenida principal. Visite um por um e escolha aquele que mais combinar com seu estilo.

Por último não esqueça que este é um lugar que lhe oferecerá um dos mais belos pôr-do-sol que você irá ver em toda a sua vida.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Monterosso Al Mare

Vou começar a publicar hoje uma série de posts sobre as melhores e mais descoladas cidades de praia da Europa.
E vou começar falando de Monterosso Al Mare:

Monterosso al Mare é a cidade de praia mais bacana da famosa Cinque Terre, na região da Ligúria, Itália. A cidade é protegida por montanhas cobertas por vinhedos e oliveiras e cercada de muita vegetação. As lindas praias, seus corais e suas águas cristalinas fazem deste lugar um dos mais charmosos da riviera italiana.
A torre medieval Aurora, situada nas montanhas de Cappuccini, separam a parte antiga da parte moderna da cidade


Tanto na parte nova da cidade como na antiga existem praias de tirar o fôlego, você pode e deve nadar nas águas azul turquesa. Para isso é só alugar espreguiçadeiras e guarda-sóis.Se for muito $$$$$$, nada impede que você alugue apenas uma toalha por alguns euros e se jogue na areia para aproveitar o sol, o mar e o visual.

A melhor maneira de conhecer a região de Cinque Terre é caminhando. Existem muitas rotas para isso, mas a melhor é pegar a Coastal Route, que liga as cinco cidades da região. O percurso inteiro leva umas 5 horas e você não precisa fazer tudo a pé.Em cada cidade existe uma parada de trem, então você pode comprar um passe de um dia e ir parando em cada village que deseja conhecer, tomando depois o trem para a cidade seguinte.

Na parte antiga de Monterosso al Mare estão as lojas e bares mais descolados.

Na Piazza Dom Minzoni você vai encontrar várias lojas de vinhos de produção local, vale a pena comprar ao menos uma garrafa para quem sabe fazer um pequenique depois...

Também vai encontrar o restaurante CIAK, que serve ótima comida italiana. O delicioso ravioli de camarão vem numa travessa de cerâmica quentinha e é suficiente para quatro pessoas. Você vai gastar em torno de 30 a 40 dólares por pessoa.


Pausa para contar algo inacreditável, estou eu aqui enquanto escrevo este post, na minha casa orientando um pintor que no momento está trabalhando numa pequena reforma no meu lavabo. Daí ele me diz que o novo assistente é francês, de Marselha. Se eu sei falar francês. Se eu poderia explicar para o assistente que é quem vai pintar de fato como eu quero a parede. Sim, eu falo. E cá estou eu, aqui na minha casa em algum lugar do Brasil, explicando em francês como eu quero que fiquem as paredes do meu lavabo...Contando ninguém acredita!

Amanhã vou postar sobre Fira, uma outra linda cidade de praia, na Grécia. Até...

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Menu de Bordo: Como Escapar dos Pratos Sem Graça do Avião.

É só embarcarmos em qualquer classe econômica de vôo internacional, para na hora do jantar ouvir a clássica pergunta: chicken, meat or pasta? Na verdade, a pergunta deveria ser: frango e carne ressecados ou massa de maizena recheada com maizena?
Sério, as últimas refeições a bordo que ví estavam tão ruins mas tão ruins que preferi ficar com fome. Culpa da alta do petróleo que fez com que o budget para este serviço-que nunca foi dos maiores diga-se de passagem-ficasse ainda mais reduzido.
Enquanto as companhias aéreas contratam chefs de renome internacional para assinar seus cardápios da classe executiva e primeira, a maioria que viaja de econômica sofre com a péssima qualidade do que lhe é servido.Fazer o quê?
Bem, existem algumas alternativas para driblar a péssima comida. A melhor é se informar sobre quais pratos especiais a companhia dispõe-a maioria dispõe de pelo menos 10 para pessoas com restrições alimentares e se você informar que quer um prato especial com pelo menos 24 horas antes do embarque, poderá escolher entre opções asiáticas, sem glútem, de baixa caloria, kasher,hindu e até mulçumana.A melhor opção é a vegetariana que é mais leve e menos ressecada por conta de os legumes terem mais água.
Outra opção é levar de casa um lanchinho básico,usando pães mais resistentes, evitando a maionese que pode ser substituída por patês e incrementando com queijos e demais frios.
Algumas companhias como a Air France, costumam servir mesmo na classe econômica, queijos franceses em sua bandejinha acompanhado por garrafinha de vinho que dá o suficiente para duas taças.Boa opção!
Mas, se dindim não for problema para você, saiba que os cardápios das classes executiva e primeira estão cada vez mais incrementados!
Que tal comer fois gras num cardápio assinado pelo mesmo chef do restaurante Grand Vefour, três estrelas de Paris? Na Air France você pode.Olhe o visual do prato:


Na Jal,tudo é trocado, incluindo a cor dos guardanapos, forro e fronhas, a cada três meses. Nos sushis, os peixes crus são marinados e passam por uma espécie de imersão em água quente que diminui o cheiro e o risco de contaminação. Pode comer sem medo.No caso da refeição japonesa, a bandeja vem com todas as porções de uma vez, com um detalhe hi-tech. Ela tem uma chapa para o prato quente, que, quando ligada, só aquece aquele ponto. Para beber, sempre há saquê.Dê uma olhada no visual do prato:


Já a United oferece como opção além do serviço normal, uma bandeja inteiramente de frios em que todas as porções vem juntas, como salmão defumado, peito de frango e presunto de Parma, além de salada e mousse de chocolate com calda de framboesa (foto). Para quem escolher o serviço normal, o comissário de bordo oferece, no final da refeição, uma bandeja com queijos internacionais, como gruyère e brie, com biscoitos.


Quem disse que toda comida de avião é ruim?

Fontes: ABAGA e FOLHA DE SÃO PAULO

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Como Enfrentar os Longos Vôos Internacionais Arrebentando a Coluna Mas Sem Perder A Classe

Viajar de avião para mim é sempre algo que me deixa ansiosa. Eu tenho medo e não nego. E também tenho horror de chegar no destino final depois de 10, 12 horas de vôo com a roupa tão amarrotada, o rosto tão amassado que mais fico parecendo um bagaço de laranja!
Num mundo ideal, todo mundo viajaria de primeira classe, mais ou menos assim:

Este acima é o avião do nosso presidente Lula. Será que ele chega descansado?
No meu mundo, o da classe econômica, o ambiente é um pouquiiiinho diferente:


Com o tempo vim desenvolvendo métodos para deixar a viagem o mais confortável possível e também conseguir chegar com um mínimo de boa aparência no lugar.
Por exemplo: como não existem vôos diretos de Belém para qualquer cidade da Europa, sempre marco vôos que me permitem ficar um pouco na cidade de escala, assim dou uma quebrada na viagem. Desta última fui pelo Rio, então passei um dia maravilhoso passeando pelo Leblon, dei uma olhadela na praia, almoçei num restaurante descolado e depois fui para o hotel descansar. Para isso, embarquei a mala grande para Paris, mas deixei comigo uma mala de mão de tamanho suficiente que acomodasse algumas mudas de roupa, maquiagem,etc...
Quando entro no avião, procuro vestir a roupa mais confortável possível, tipo calça jeans bem macia dessas já usadonas mas que esteja em bom estado (leia-se:vista bem e seja bonita!), malha de manga comprida e um moletom desses bem felpudinhos estilo Gap para me esquentar no avião pois estes vôos muito longos costumam ser muito frios.Zero de estilo mas nota 10 em conforto e praticidade.Na mala de mão, levo uma blusa ou casaco desses bem maravilhosos, dependendo da estação, mas tem que ser uma peça bem elegante e que de preferência não amasse, claro.Nos pés, uso sapatilhas, mas dou preferência para as mais estilosas, tipo sapatilha com cara de stylleto só que sem o salto, se é que você me entende...E quando me sento na poltrona, tiro os sapatos e calço meias bem macias.
Levo um kit anti-monotonia, anti-stress e anti- torcicolo que compreende em: travesseiro inflável para apoio do pescoço (desde a primeira vez que experimentei jamais larguei, acessório indispensável que dá conforto e estabilidade e você não corre o risco de dormir com a cabeça encostada no ombro alheio, as vezes de um completo desconhecido), livro (melhor que revista, pois ler no avião normalmente dá sono, o que é ótimo!), i-pod carregado com músicas relaxantes caso a insônia persista, mini-baralho para jogar paciência e alguns remedinhos para alergia (caso comece com uma crise de espirros) e para me acalmar em caso de turbulência (tudo devidamente receitado pelo meu médico, claro).
E, claro, fico repetindo meu mantra: "Turbulência não derruba avião, turbulência não derruba avião, turbulência não derruba avião..."
Procuro ficar acordada até assitir um primeiro filme, depois vou me aquietando para dormir. Ah, nunca viajo maquiada a não ser usando um pó, blush e gloss, nos olhos nada senão corro o risco de chegar igual ao Kung Fu Panda.
Quando faltam duas horas para chegar é que começa a transformação. Duas horas antes ainda não tem muita fila no banheiro, então posso demorar sem culpa. Vou até ele, me tranco, lavo bem o rosto, faço minha higiene pessoal e começo, agora sim, a me maquiar direito. Troco as malhas pela blusa ou casaco que estava dentro da mala de mão e que está impecável.Prendo os cabelos num rabo-de-cavalo, coloco óculos escuros (já falei num outro post do quanto estes óculos enormes ajudam a mulher a parecer menos cansada e mais sofisticada), umas gotas de perfume (sempre levo aquelas amostrinhas que a gente costuma ganhar em outras viagens para estes vôos) e pronto, parece que acabei de embarcar, mesmo que as costas doam mais do que se tivesse passado a noite toda fazendo flexões!
Já que moro no norte, acabei descobrindo que as vezes é mais vantagem ir para a Europa via Fortaleza e de lá pegar um vôo da TAP para Lisboa, pois a duração é de apenas 6 horas. E de lá para Paris são umas 2 horas e meia. Melhor do que passar 12 horas dentro de uma aeronave, não?
Tomara que este post sirva para a sua próxima viagem! Até...

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Paris, caso de amor!


Hoje estou encerrando esta série de posts sobre Paris. Claro, estarei sempre postando sobre dicas e tudo o que possa se referir à cidade-luz, pois como já deu para notar, é minha cidade preferida e meu principal destino de férias.
Esta viagem foi especial para mim pois levei a minha filha mais velha, que não conhecia nada ainda da Europa. E é sempre um sonho mostrar para um filho algo que você ama com o seu próprio olhar sobre a cidade! Em um dado momento, precisamente quando adentramos a praça onde está o Louvre e suas pirâmides de cristal, minha filha me disse? -"Mãe, agora eu entendo o seu amor por Paris!"
É mesmo. Eu amo Paris! Amo a cidade como se dela jamais tivesse saído. Como se fosse a minha cidade, a cidade onde me sinto segura, onde posso ser eu mesma, onde posso desfrutar de tantos momentos de reflexão sozinha comigo mesma, pois lá, estar sozinha é bem diferente de ser solitária e as vezes as ruas de Paris parecem mesmo dizer:"Tire um tempo para você mesma, passeie por nós sozinha e você vai descobrir coisas sobre si que ainda nem desconfia..."
Lá, também, aos poucos, venho construindo uma história com o meu irmão. O irmão que saiu daqui de perto há tantos anos e jamais voltou. O irmão que hoje é holandês naturalizado, que reclama que ninguém o entende mas que me intende como ninguém mais.Quase todas as vezes em que visitei Paris, meu irmão esteve lá. E foram muitas conversas pelos cafés de tantos bairros...Conversas sobre o quanto é linda esta cidade, sobre as novidades da estação, sobre livros, sobre o mundo, sobre a vida e sobre nós mesmos. Engraçado: quanto mais pude conhecer Paris, mais pude conhecer meu irmão. E ao sentir falta hoje da cidade, sinto ainda mais falta dele!
Paris também foi e sempre será a cidade dos apaixonados, portanto estar nela sempre me faz lembrar meu marido, que já percorreu comigo tantas ruas, tantos caminhos, em tantos jardins de lá. Meu marido que também é um apaixonado por Paris, a quem eu amo tanto e que faz cada viagem se tornar melhor só porque ele está lá comigo!
Quer uma dica sobre Paris? Se você é daquelas pessoas que pretende visitá-la mais de uma vez, conheça sim tudo o que puder, mas fique sempre no mesmo bairro.Olha, conhecer bem o seu bairro, saber onde fica a melhor padaria, o melhor café, uma livraria gostosa,uma loja de conveniências bacana, isso não tem preço! E se você ficar cada vez num lugar jamais vai se familiarizar com nada. Paris é uma imensidão, impossível saber andar em toda a cidade, mas escolha um bairro para ficar sempre e você terá o prazer de quando voltar, saber que se virar na rua tal vai sair naquela avenida, que no final desta ruazinha simpática tem uns macarrons maravilhosos e que bem alí tem uma loja de chocolates que é uma verdadeira loucura!
Já falei para vocês que a Torre Eiffel estava azul? Por isso a foto do tópico. Vai ficar assim até final de agosto e a razão é que a França agora é presidente da União Européia, então o presidente Nicolas Sarkozy resolveu homenagear a bandeira da U.E iluminando a torre com suas cores. Linda, não é mesmo? Imaginem que depois de um jantar maravilhoso no La Table (leiam depois o post que fiz onde falo do meu jantar no La Table) fomos até a torre esperar ela ascender. Explico: iluminada ela sempre fica à noite, mas de hora em hora ela ascende milhares de micro-lâmpadas que piscam por 10 minutos e é um verdadeiro show! Então chegamos ao Trocadero faltando pouco para a meia noite e descobrimos música ao vivo numa noite estrelada, tudo isso com a torre piscando para nós. Sem dúvida um grande momento! Esta foto que estampa o post de hoje eu mesma tirei, foi nesta noite maravilhosa e inesquecível.
Paris é Paris gente! Até...

sábado, 9 de agosto de 2008

Comprando Sapatos em Paris

Mulheres não compram sapatos porque precisam. Compram porque gostam. Amam. Mulheres amam comprar sapatos mais do que qualquer outro acessório. Eu mesma posso passar mais de um mês, dois meses, sem comprar uma única peça de roupa. Mas não consigo ficar sem comprar sapatos. Os sapatos dizem muito da sua personalidade: se é arrojada, moderna, se entende a moda, ou se é clássica, romântica, tímida. E nos últimos tempos, ninguém mais soube expressar tão bem a relação de amor entre sapatos e mulheres do que a minha personagem de ficção favorita: Carrie Bradshaw, vivida na famosa sérei de tv pela super trendsetter Sarah Jessica Parker.
Paris, obviamente, é um verdadeiro paraíso para quem adora saber das novidades, olhar as últimas tendências e rechear a coleção com mais alguns pares. As lojas dos mais famosos estilistas fazem a gente pensar: morri e fui para o céu!
A pergunta é: vale a pena comprar sapatos em Paris?
Depende...
Tomemos como exemplo uma excelente loja de sapatos brasileira, a Arezzo. Com a moda globalizada, em qualquer loja da Arezzo se pode encontrar lindos sapatos, com designs modernos e antenados (como as sandálias-botas gladiador, por exemplo) à um custo de no máximo R$ 350,00, isso para as botas de cano longo mais caras e algo em torno de R$ 150,00 a R$ 200,00 para as demais sandálias de salto agulha ou stylettos.
Se você comprar o euro à R$ 2.80, esta mesma sandália ficaria então em torno de 70 euros. O problema é que você não compra uma sandália da qualidade da Arezzo em Paris por 70 euros. Será com certeza mais caro...
Então se você se deparar com alguma lojinha simpática que ofereça um sapato diferente em uma boa promoção, ok, compre. Eu mesma achei uma sapatilha com a mesma padronagem de estrelinha que a Chanel acaba de lançar, numa lojinha no XVI arrondissement pela bagatela de 20 euros, uns 60 reais.Comprei, claro, mas é preciso saber garimpar.
Agora,se o seu caso é exclusividade e o bolso permite, se jogue! À seguir alguns endereços das lojas de sapatos mais fashion de Paris:
Christian Louboutin:19, Rue Jean Jacques Rousseau 75001 Paris
Os stylettos do fashion designer de sapatos francês Louboutin são famosos pelo design moderno e sexy e pela sola vermelha, que remete ao luxo, à exclusividade e á sensualidade da mulher que escolhe esta marca.


Jimmy Choo
34, Avenue Montaigne 75008 Paris emais alguns endereços como na Printemps e nas Galleries Lafayette
A loja americana de sapatos Jimmy Choo conseguiu se igualar em fama e status à grandes designers como Louboutin e Manolo Blahnick. Dirigida por uma mulher,a ex acessora de edição da revista Vogue americana Tamara Mellon, que de tanto encomendar sapatos com um sapateiro na época desconhecido, sr Jimmy Choo, acabou vendo ali a chance para um grande negócio. Hoje a marca está presente em lojas e pontos de venda de artigos de luxo espalhados pelo mundo todo.


Colette: 213, rue Saint Honoré 75001 Paris
A Colette talvez seja a loja mais bacana de Paris. Tudo o que for tendência certamente estará lá. Colette sabe o que vai emplacar antes de todos e tem sempre em suas araras as coleções de novos estilistas que com certeza serão conhecidos no futuro. Se você quiser comprar os tênis mais descolados do momento, de marcas como Adidas, Converse,Common Project e Lacoste, seu lugar é lá.
Aproveite!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Paris: Guia de Turismo Descolado

Como já disse antes, Paris não é, ou pelo menos não deveria ser, uma cidade para conhecer apenas de uma só visita.Claro, para mim num mundo ideal o legal seria ir todos os anos. Mas no mundo real, o viajante deveria se preparar para pelo menos, duas viagens:uma para conhecer os maravilhosos pontos turísticos que a tornaram famosa pelo mundo todo, como o Arco do Triunfo, a Sacre Coeur, a Notre Dame, o Jardin de Tulleries, jantar no Bateau Mouche, etc... E outra para conhecer a verdadeira Paris, aquela que só os parisienses conhecem, aqueles lugares charmosíssimos que foram indicados por amigos, as encantadoras ruazinhas espalhadas pelos bairros, os restaurantes que estão fora do circuito turístico e que talvez por isso mesmo sejam tão melhores que os demais...
Portanto, se você está indo a Paris pela primeira vez, acredito que o melhor guia ainda seja o Guia Visual da Folha de São Paulo.

Acho este guia excelente! Tem dicas práticas sempre atualizadas, sugestões simplificadas de roteiros, informações detalhadas sobre os principais pontos turísticos além de um pouco de história da cidade.Claro, este guia é um guia tradicional que vai te levar aonde todos os outros levam, mas numa primeira viagem à Paris o que você vai conhecer com certeza é o circuito mais tradicional mesmo.
Agora, se você já conhece Paris e está programando sua segunda, terceira viagem, o seu guia é o Paris Agora da Ed. Abril.O Sub-título diz: " O guia de viagem sem lugares-comuns".

Escrito por pessoas que nasceram ou estão radicadas em Paris, os textos trazem o ponto de vista de quem realmente conhece a cidade. São críticos e jornalistas especializados em turismo, gastronomia, compras, vida noturna, arte e cultura da França.
A parte de restaurantes é dividida em: lindas vistas, estilo, à fresca, romantismo, altas horas e internacional. Através deste guia foi que conheci, por exemplo, o maravilhoso restaurante L'Angle du Faubourg, de Jean Claude Vrinat, este senhor que aparece na foto abaixo, o mesmo do estreladíssimo Taillevent.

Para que vocês entendam, o Taillevent está para o L'Angle du Faubourg, como o Fasano aqui do Brasil está para o Gero, ou seja: serviço impecável, cozinha maravilhosa, ambiente classudo mas um pouco mais informal e preço mais acessível. A carta de vinhos vem da Cave Taillevent e ainda por cima conta com um menu do dia por 35 euros!Graaande dica não é mesmo? Fica na 195, Rue de Faubourg Saint Honoré
Nessa mesma linha, conheci também o Aux Lyonnais, este simpático bistrô clássico de fachada vermelha com cozinha de Lyon que pertence a ninguém menos que o mais famoso chef francês Alain Ducasse!

Lá, você terá como opção um menu do dia e um de noite, pela bagatela de 30 euros.Isso mesmo, comer num Alain Ducasse legítimo por 30 euros! Se quiser pedir do cardápio tradicional seu gasto sairá por uns 50 euros por pessoa o que também não é nada mal! Anotem o endereço: 32, Rue Saint Marc.
Neste guia a parte de compras é sensacional, com endereços de boutiques,lojas e brechós super transados, assim como endereços da moda para quem curte bares, boates e até raves. O que o torna, para os viajantes descolados, imprescindível!